Home
últimas
Famosos Brasileiros
Famosos Internacionais
Carnaval
Famosos na praia
Filhos de famosos
Fotos de famosos
Instagram dos famosos
Principais notícias
Namoro
Todos os temas
Novelas
Novela A Força do Querer
Novela Pega Pega
Novela O Rico e Lázaro
Novela Carinha de Anjo
Novela Novo Mundo
Malhação - Viva a Diferença
Série Os Dias Eram Assim
Novela Belaventura
Novela O Sétimo Guardião
Minissérie 13 Dias Longe do Sol
Série Filhos da Pátria
Resumo de novelas
TV
BBB17
Domingão do Faustão
Mais Você
MasterChef Brasil
Fantástico
Encontro com Fátima
Caldeirão do Huck
Beleza & Estilo
Look dos famosos
Boa forma
Bem-estar
Cabelo
Quem vestiu melhor?
Cinema
Tapete vermelho
Estreias
Oscar
Cannes
Festival do Rio
Angelina Jolie
Jennifer Aniston
Brad Pitt
Tom Cruise
Leonardo Dicaprio
Famosos
Bruna Marquezine
Grazi Massafera
Marina Ruy Barbosa
Anitta
Bruno Gagliasso
Ivete Sangalo
Lucas Lucco
Giovanna Antonelli
Camila Queiroz
Alinne Moraes
Sabrina Sato
Caio Castro
Paolla Oliveira
Juliana Paes
Vídeos

Avião que causou acidente com Luciano Huck e Angélica não podia ter decolado

Compartilhe no Facebook
Laudo aponta falha nos equipamentos e erros dos pilotos e da empresa de táxi-aéreo

O avião que levava Luciano Huck e Angélica e envolvido em pouso forçado há quase dois anos não podia ter decolado. É o que indica o relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), do Comando da Aeronáutica. A aeronave não tinha condições de voo, porque dois equipamentos fundamentais, entre eles o gravador de voz, estavam inoperantes. O laudo indica ainda falha da tripulação. Na aterrissagem, o apresentador fraturou uma vértebra e a apresentadora teve lesão abdominal. Eles estavam acompanhados dos filhos e babás, que nada sofreram.

Equipe não seguiu norma de checklist

Ainda segundo o relatório, divulgado pelo portal "G1", tanto o piloto como o copiloto não cumpriram o checklist. "A condição em que foram encontrados os manetes de potência, hélice e combustível dos motores, associada aos relatos de passageiros que viram a hélice do motor esquerdo rotacionando em molinete, revelam que os procedimentos previstos em checklist para o caso de falha do motor em voo não foram seguidos", aponta o documento. Após o susto, a família recorreu à terapia para se livrar do trauma. O problema no avião só foi notado pela tripulação 12 minutos depois.

Sensor de combustível foi trocado de posição

Além de uma das caixas-pretas não estar funcionando, a perícia comprovou também que um sistema que diminui automaticamente a resistência do ar em uma das hélices quando ela para não estava operando. Um terceiro problema envolve o sensor de combustível da asa esquerda da aeronave. Esse sensor do tanque interno estava instalado no externo e vice-versa. Dessa forma, o piloto, que relatou a reação da família, foi induzido a achar que tinha combustível na asa esquerda.

Não havia combustível em uma das asas

Com a troca de sensores, os pilotos não puderam usar o combustível que estava na asa direita. Isso só é possível porque uma válvula cruzava os sistemas dos dois lados do avião. Assim, o combustível pode ser fornecido de uma mesma asa para ambos os motores ou, em outra possibilidade, com o motor em pane, sua alimentação poderia ocorrer em funcionamento com o combustível da asa oposta. O documento indica ainda que havia cerca de 320 litros de combustível na asa direita e nada na asa oposta. Depois do acidente, Angélica agradeceu o fato de ser se salvado e Huck acrescentou que passariam a comemorar duas vezes o aniversário.

Empresa pressionava pilotos a voar sempre que possível

Ainda de acordo com o laudo, a empresa de táxi-aéreo dona da aeronave pressionava seus pilotos a decolar sempre que possível. Quando um profissional se recusava, era substituído, mesmo que temporariamente por um outro sem vínculo com a empresa. Os pilotos também eram orientados a não notificar "não conformidades" e nem tinham acesso às cadernetas tanto da hélice, como da célula e do motor. A empresa também é acusada de não fazer manutenção nem equipamentos não essenciais. E muito menos treinar seus pilotos na aeronave envolvida no pouso forçado. Eles só passavam no treinamento em um modelo parecido e com custo menor em relação às horas de voo.

(Por Guilherme Guidorizzi)

Acompanhe também as últimas notícias dos famosos pelo nosso Facebook.