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Focado no mundo noturno, desfile da À La Garçonne transforma lingerie em roupa

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Os filmes de terror clássicos e cult, como "Frankesntein" e "Múmia", o universo underground dos anos 90 e 2000 (especialmente o das pistas de dança) e a descontrução de todos os tipos de lingerie -- do básico ao fetiche -- foram as tônicas do desfile da À La Garçonne, marca sob direção criativa de um dos grandes desginers da moda brasileira, Alexandre Herchcovitch

As lingeries em todos os estilos, os filmes de terror e o universo das culturas underground noturnas -- dark, punk, rock, clubber – foram os pontos de partida do desfile da grife à La Garçonne, marca que assina o look de oncinha de Bruno Gagliasso, que aconteceu nesta segunda-feira (13 de agosto) no MASP, em São Paulo. A marca leva assinatura do desginer Alexandre Herchcovitch como diretor criativo. Seu marido, Fábio Souza, é proprietário da grife que é conhecida por misturar acervo vintage a criações contemporâneas.

Universo da lingerie na passarela

Peças icônicas do universo do fetiche, como corsets e jockstraps (aquela cueca aberta na parte traseira) foram misturadas a referências da lingerie basiquinha: o branco de algodão, (que abriu o desfile) e a renda. Além disso, filmes de terror cult – como "Frankenstein" e "A Múmia" deram o tom da coleção, que tem um ar noturno e cara de que foi feita para ser usada na pista de dança. As referências à cena clubber do fim dos anos 90 e 2000 são bem explícitas e têm a cara do designer.

Parcerias marcam o trabalho da grife

A marca, que tem como estratégia os lançamentos de coleções que não são marcadas pelas estações, está mostrando sua segunda coleção de 2018. Uma das principais características desse trabalho, além dos temas que o inspiram, é a colaboração entre marcas. A Melissa, por exemplo, desenvolveu uma coleção de calçados com a A La Garçonne. Desta vez a marca também se uniu à Sensil, com tecidos Berlan e Vicunha, e desenvolveu peças com pegada tecnológica (incluindo o melhor nylon do mundo!).

Beleza fora dos padrões e casting com não modelos

Focado na diversidade e na aparência não convencional, o desfile trouxe uma proposta de beleza andrógina e fora dos padrões. O casting, formado por profissionais e não modelos, foi alvo de polêmica, já que a produção do evento foi questionada pelo Sated (Sindicato dos Artistas), que recebeu denúncias de trabalho não remunerado efetuado por parte de integrantes do casting do desfile, selecionado, em parte, através das redes sociais.

(por Deborah Couto)

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