Preso há 1 ano, Robinho tenta reviravolta no STF após condenação por abuso sexual coletivo na Itália. Entenda!
Publicado em 5 de junho de 2026 às 09:01
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Após um ano preso, Robinho busca uma reviravolta no STF para tentar amenizar sua pena por estupro coletivo. A defesa do ex-jogador contesta uma classificação da condenação
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Preso há mais de um ano, Robinho tenta através de sua defesa uma alteração nas condições da pena de 9 anos de cadeia que lhe foi imposta por estupro coletivo. Os advogados do ex-jogador do Santos e da Seleção brasileira tentam a retirada do caráter hediondo que foi atribuído ao famoso, que teria apresentado comportamento incomum na cadeia.

Vale lembrar que o processo teve início na Itália e a Justiça daquele país condenou Robinho em janeiro de 2022. A defesa do ex-atacante tenta com isso que o famoso cliente possa pleitear benefícios via as leis de execução penal. Incluindo aí uma possível progressão para o regime semiaberto.

Caberá ao ministro Luiz Fux, do STF, realizar a análise dos advogados de Robinho, acusado há 15 anos em outro caso de abuso sexual, este posteriormente arquivado. A informação é do portal "Metrópoles".

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Mas qual é a alegação da defesa do ex-jogador? Para os advogados, a condenação a Robinho se deu pela Justiça da Itália baseada em um crime comum. Por isso e no entender deles, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) não poderia ter acrescentando a classificação de crime hediondo quando reconheceu a decisão italiana.

Ou seja, só poderia-se validar ou rejeitar a condenação de Robinho, a ser retratado na segunda temporada da série "Tremembé", da Amazon. Por outro lado, os ministros analisaram que pelas leis brasileiras, o crime cometido pelo famoso é hediondo. 

Ao se debruçar sobre o pedido, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se mostrou contrária, mas falta agora uma decisão por parte do STF.

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