Às vésperas da abertura da Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, teve uma comemoração especial. Nesta quarta-feira (10), data em que completou 67 anos, o treinador foi surpreendido com um parabéns durante a concentração da equipe nos Estados Unidos, onde o Brasil se prepara para a estreia no Mundial.
Em meio ao clima de festa, uma entrevista concedida pelo italiano ao jornal britânico The Guardian voltou a repercutir por trazer à tona uma curiosidade pouco conhecida sobre sua vida pessoal e um hábito que ele mantém diante das frequentes lesões que têm afetado o elenco brasileiro. A preocupação envolve inclusive Neymar, que segue em recuperação e deve desfalcar a Seleção na partida contra o Marrocos, marcada para este sábado (13).
Católico praticante, Carlo Ancelotti afirmou que a fé desempenha um papel importante em sua vida e confessou que costuma rezar para que novos problemas físicos não atrapalhem os planos da seleção. Questionado pelo The Guardian se pedia em suas orações para que as lesões cessassem, o treinador respondeu entre risos:
"Ha, sim", disse o italiano, antes de completar em tom mais sério.
O comandante da Seleção Brasileira também explicou como a religião moldou sua personalidade.
"Sou católico e a religião foi muito importante para mim. Ela me ensinou boas coisas, como respeitar os outros e ser uma boa pessoa no mundo", declarou.
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Apesar da pressão para encerrar um jejum que dura desde 2002, Carlo Ancelotti garantiu que não vive uma obsessão pelo título.
"Não sou obcecado em vencer. O que tenho é paixão por aproveitar os momentos que o futebol me proporcionou. Não estou obcecado em ganhar a Copa do Mundo, mas tenho prazer e paixão em viver esse momento comandando a seleção mais importante do mundo", afirmou ao The Guardian.
Enquanto tenta levar o Brasil ao hexacampeonato, Carlo Ancelotti segue demonstrando que, além das estratégias táticas e da gestão de estrelas, há espaço para a espiritualidade. E, quando o assunto são as lesões que tanto atormentam equipes em grandes competições, o treinador italiano admite sem constrangimentos: recorre também às suas orações.