Pouca gente sabe, mas Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, tem um hábito religioso curioso envolvendo lesões de jogadores como Neymar
Publicado em 10 de junho de 2026 às 19:38
Por Pedro Henrique Cabo | Colaborador
Geek fashionista que canta 'Let It Go' no chuveiro, trata 'O Diabo Veste Prada' como religião e escolheu Piplup como seu inicial. Jornalista metido a designer, cinéfilo de Letterboxd e amante das artes.
O técnico da Seleção Brasileira completou 67 anos nesta quarta-feira (10), às vésperas da abertura da Copa do Mundo de 2026
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Às vésperas da abertura da Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, teve uma comemoração especial. Nesta quarta-feira (10), data em que completou 67 anos, o treinador foi surpreendido com um parabéns durante a concentração da equipe nos Estados Unidos, onde o Brasil se prepara para a estreia no Mundial. 

Em meio ao clima de festa, uma entrevista concedida pelo italiano ao jornal britânico The Guardian voltou a repercutir por trazer à tona uma curiosidade pouco conhecida sobre sua vida pessoal e um hábito que ele mantém diante das frequentes lesões que têm afetado o elenco brasileiro. A preocupação envolve inclusive Neymar, que segue em recuperação e deve desfalcar a Seleção na partida contra o Marrocos, marcada para este sábado (13).

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Católico praticante, Carlo Ancelotti afirmou que a fé desempenha um papel importante em sua vida e confessou que costuma rezar para que novos problemas físicos não atrapalhem os planos da seleção. Questionado pelo The Guardian se pedia em suas orações para que as lesões cessassem, o treinador respondeu entre risos:

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"Ha, sim", disse o italiano, antes de completar em tom mais sério.

O comandante da Seleção Brasileira também explicou como a religião moldou sua personalidade.

"Sou católico e a religião foi muito importante para mim. Ela me ensinou boas coisas, como respeitar os outros e ser uma boa pessoa no mundo", declarou.

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Treinador não é obcecado pela Copa do Mundo

Apesar da pressão para encerrar um jejum que dura desde 2002, Carlo Ancelotti garantiu que não vive uma obsessão pelo título.

"Não sou obcecado em vencer. O que tenho é paixão por aproveitar os momentos que o futebol me proporcionou. Não estou obcecado em ganhar a Copa do Mundo, mas tenho prazer e paixão em viver esse momento comandando a seleção mais importante do mundo", afirmou ao The Guardian.

Enquanto tenta levar o Brasil ao hexacampeonato, Carlo Ancelotti segue demonstrando que, além das estratégias táticas e da gestão de estrelas, há espaço para a espiritualidade. E, quando o assunto são as lesões que tanto atormentam equipes em grandes competições, o treinador italiano admite sem constrangimentos: recorre também às suas orações. 

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