Virgínia vive tensão na Justiça: processo de R$ 380 milhões por contrato com bet ganha importante atualização e influenciadora tem 48 horas para agir; entenda!
Publicado em 23 de julho de 2026 às 08:52
Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
Um processo milionário movido pelo Ministério Público investiga o contrato de Virgínia Fonseca com uma casa de apostas e fez uma importante determinação
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Virgínia Fonseca voltou a estampar os principais perfis de fofoca devido à sua reconciliação com Vini Jr., que teve direito até a beijinhos na praia. Mas, muito além da vida pessoal, a influenciadora também vive um momento de tensão na Justiça com um processo movido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Nos últimos meses, a publicidade feita por criadores de conteúdo para plataformas de bets passou a ser alvo de investigações do Ministério Público, que questiona a forma como essas campanhas são apresentadas ao público. Virgínia, inclusive, está sendo investigada em uma ação por sua associação à Blaze.

Agora, de acordo com informações divulgadas pela revista VEJA, a Justiça do Distrito Federal concedeu uma liminar determinando que Virgínia retire, no prazo de 48 horas, publicações de divulgação de apostas esportivas feitas em suas redes sociais.

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Virgínia deve seguir novas regras para futuras campanhas

Pela decisão judicial, qualquer conteúdo relacionado a apostas, incluindo stories, reels, publicações no feed e transmissões ao vivo, deverá ser identificado de forma muito clara como publicidade. A determinação vale inclusive para conteúdos inseridos na rotina da influenciadora, que compartilha seu dia a dia na web.

Também ficam proibidas campanhas que apresentem apostas esportivas como forma de investimento, fonte de renda ou solução para dificuldades financeiras. Outra restrição imposta pela Justiça impede o uso de mensagens que sugiram a garantia de ganhos ou minimizem os riscos envolvidos nas apostas, o que pode influenciar a perdas. 

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Ministério Público amplia pedido de indenização para R$ 380 milhões

De acordo com a VEJA, o processo teve novos desdobramentos após o MPDFT apresentar documentos, entre eles o contrato firmado entre Virginia Fonseca e a Blaze, para reforçar o pedido de tutela de urgência.

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Além disso, o Ministério Público ampliou o valor da indenização solicitada na ação. Inicialmente estimado em R$ 120 milhões, o pedido passou para R$ 380 milhões. Segundo o órgão, o objetivo é que a quantia seja destinada a consumidores que alegam ter sido influenciados por campanhas publicitárias sem identificação adequada.

Até o momento, a defesa de Virginia informou ao veículo apenas que iria analisar a decisão judicial antes de se manifestar. A Blaze ainda não comentou a nova liminar.

Entenda o que motivou a ação contra Virginia e a Blaze

A ação civil pública foi proposta pelo MPDFT após uma investigação iniciada com denúncias de consumidores que relataram retenção de valores, bloqueio de contas e dificuldades para realizar saques na plataforma Blaze. Segundo o Ministério Público, também foi analisado um relatório técnico que reúne mais de 42 mil reclamações contra a empresa. 

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Entre os argumentos apresentados na ação, o Ministério Público afirma que Virgínia realizou divulgações da Blaze durante a Copa do Mundo de 2026 sem destacar com clareza que se tratava de publicidade. Uma das campanhas mencionadas fazia referência à partida entre Argentina e Cabo Verde e, segundo o MP, poderia estimular seguidores a apostar sem saber que se tratava de uma publicidade.

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