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Psicologia explica: novela com Regina Duarte e Carolina Ferraz teve briga em posto de gasolina; estudo revela que ausência de desejo vira ansiedade
Publicado em 25 de setembro de 2026 às 18:52
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Em 'História de Amor' (1995), Helena (Regina Duarte) e Paula (Carolina Ferraz) protagonizaram uma briga feia em um posto de gasolina. © Reprodução/TV Globo
Em 'História de Amor' (1995), Helena (Regina Duarte) e Paula (Carolina Ferraz) protagonizaram uma briga feia em um posto de gasolina.
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Quem nunca deixa o tanque de gasolina chegar à metade pode parecer exageradamente cauteloso para quem prefere viver no limite. E, vamos combinar que é muito comum abastecer próximo à reserva do combustível. © Divulgação, Magnific
Quem nunca deixa o tanque de gasolina chegar à metade pode parecer exageradamente cauteloso para quem prefere viver no limite. E, vamos combinar que é muito comum abastecer próximo à reserva do combustível.
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Para algumas pessoas, manter aquela metade cheia significa ter distância de uma sensação que conhecem bem: a de não ter o suficiente. © Divulgação, Magnific
Para algumas pessoas, manter aquela metade cheia significa ter distância de uma sensação que conhecem bem: a de não ter o suficiente.
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Um motorista pode, por exemplo, saber racionalmente que ainda tem combustível suficiente para rodar muitos quilômetros. Mesmo assim, quando o marcador chega perto da metade, pode surgir aquela sensação de que é melhor abastecer imediatamente. © Divulgação, Magnific
Um motorista pode, por exemplo, saber racionalmente que ainda tem combustível suficiente para rodar muitos quilômetros. Mesmo assim, quando o marcador chega perto da metade, pode surgir aquela sensação de que é melhor abastecer imediatamente.
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Na trama do saudoso Manoel Carlos, o motivo estava relacionado a um homem, Carlos (José Mayer), e não a um combustível. Mas, dependendo da personalidade de cada uma, talvez a discussão também pudesse ter começado por uma questão muito mais prática: quem deixou o tanque chegar à metade? © Reprodução/TV Globo
Na trama do saudoso Manoel Carlos, o motivo estava relacionado a um homem, Carlos (José Mayer), e não a um combustível. Mas, dependendo da personalidade de cada uma, talvez a discussão também pudesse ter começado por uma questão muito mais prática: quem deixou o tanque chegar à metade?
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Pela lógica da psicologia, não deixar o tanque do carro chegar na metade pode ter menos a ver com o combustível e mais com a necessidade de manter uma margem de segurança. © Divulgação, TV Globo
Pela lógica da psicologia, não deixar o tanque do carro chegar na metade pode ter menos a ver com o combustível e mais com a necessidade de manter uma margem de segurança.
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Para a psicologia, quando alguém já viveu situações de privação, a simples possibilidade de passar novamente por uma situação semelhante pode ganhar um peso maior. © AGNews, Dilson Silva
Para a psicologia, quando alguém já viveu situações de privação, a simples possibilidade de passar novamente por uma situação semelhante pode ganhar um peso maior.