Cássia Kis Magro tenta largar remédios para bipolaridade: 'Diagnóstico errado'
Publicado em 27 de outubro de 2013 às 14:18
Cássia Kis Magro foi diagnosticada com transtorno bipolar há oito anos, no consultório de um psiquiatra. Desde então, a atriz toma três remédios controlados por receita. "Um que te nocauteia, te faz dormir 15 horas por dia; um que te levanta um pouquinho. E outro que te faz sorrir. Daí, lógico que eu melhorei. Você vira um pássaro, só falta voar", brincou, em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S.Paulo". A partir disso, ela recebeu convites para ser o rosto de campanhas publicitárias relacionadas à sua doença. "Fui convidada por entidades de psiquiatria e fabricantes de remédios. Eu sacaneei. Pedi R$ 3 milhões. As farmácias são trilhardárias. Se eu for vender isso, vão ganhar R$ 200 milhões. Essa indústria é f.. O medicamento que eu tomo é caríssimo", revelou. Cássia também se tornou uma espécie de referência para os bipolares, sendo abordada por eles onde estivesse. "Eu via as pessoas que se aproximavam de mim e pensava: eu sou assim? Não, eu não sou!". Isso fez
Cássia Kis Magro tenta largar remédios controlados após diagnóstico errado de transtorno bipolar
A atriz Cássia Kis Magro está lutando para largar os remédios controlados que tomava para transtorno bipolar. Novo diagnóstico, realizado por outro médico, deu conta de que ela não sofre com a doença
Cássia Kis Magro, que achava sofrer de transtorno bipolar, descobriu, através de uma segunda opinão, que não tem a doença, e tenta se livrar dos remédios controlados
A atriz Cássia Kis Magro tenta largar remédios controlados após diagnóstico errado de transtorno bipolar
Cássia Kis Magro está lutando para largar os remédios controlados que tomava para transtorno bipolar. Novo diagnóstico, realizado por outro médico, deu conta de que a atriz não sofre com a doença

Cássia Kis Magro foi diagnosticada com transtorno bipolar há oito anos, no consultório de um psiquiatra. Desde então, a atriz toma três remédios controlados por receita. "Um que te nocauteia, te faz dormir 15 horas por dia; um que te levanta um pouquinho. E outro que te faz sorrir. Daí, lógico que eu melhorei. Você vira um pássaro, só falta voar", brincou, em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S.Paulo".

A partir disso, ela recebeu convites para ser o rosto de campanhas publicitárias relacionadas à sua doença. "Fui convidada por entidades de psiquiatria e fabricantes de remédios. Eu sacaneei. Pedi R$ 3 milhões. As farmácias são trilhardárias. Se eu for vender isso, vão ganhar R$ 200 milhões. Essa indústria é f.. O medicamento que eu tomo é caríssimo", revelou.

Cássia também se tornou uma espécie de referência para os bipolares, sendo abordada por eles onde estivesse. "Eu via as pessoas que se aproximavam de mim e pensava: eu sou assim? Não, eu não sou!". Isso fez com que ela quisesse a opinião de outro médico, que garantiu que ela não tinha transtorno algum, nem precisava de medicação.

"Tive um diagnóstico errado, feio. Os médicos fazem uma cirurgia falando da 'trepada' que deram no dia anterior, que 'comeram' a enfermeira. Esquecem espuma, instrumento dentro de você, porque ficam voando. É muito grave eu sair de uma consulta com três receitas. Quem vai pagar o dano? São bulas enormes, dobradas em mil", revoltou-se.

Cássia tenta se livrar dos remédios diminuindo as doses aos poucos e praticando meditação. "Sentando a bunda meia hora de manhã e à noite, tiro qualquer remédio barra pesada. Meditação cura tudo", contou.

Para contar sua história, com as consequências do erro médico, a atriz está escrevendo uma autobiografia, que planeja lançar até 2015. "Eu quero é vender biografia", admitiu, quando perguntada sobre mais detalhes do livro.

Ela também falou sobre ter recusado o papel de Ordália, de "Amor à Vida ", assumido por Eliane Giardini. "Eu não tinha condição emocional, não podia trabalhar naquele momento. Meu único caminho foi me recolher", disse.

Segundo a coluna "Na Telinha", do jornal "Extra", a atriz está escalada para viver uma cafetina no bordel da nova minissérie da TV Globo, "Amores Roubados", que estreia em janeiro de 2014.

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