Uma mansão milionária, confortável e sustentável, em diálogo com o meio-ambiente. Essa é a casa de Giuliana Morrone, jornalista de 58 anos com passagens pelo SBT e Globo, de onde foi demitida em 2023, quando fez um franco desabafo mostrando sua indignação. Perto de mais um aniversário - nasceu em 30 de março de 1967 na capital federal -, a jornalista segue longe da TV após coberturas históricas como o atentado terrorista ao jornal "Charlie Hebdo".
Com 500 m², a casa de luxo de Giuliana foi erguida em Brasília e tem valor estimado em R$ 8 milhões. Prova da conversa com ecologia é observada na manutenção do pequizeiro, uma árvore típica do cerrado e que foi mantido no centro do imóvel e classificado como Giuliana como "principal morador" da casa, como contou à "Casa Vogue".
Mas se engana que o pequizeiro está sozinho: uma outra árvore, a Costela de Adão também é vista na sala.
A iluminação natural é outro atrativo da mansão, através de amplas aberturas nas paredes, bem como a ventilação cruzada. Claro que um jardim é encontrado na parte externa do terreno e dele há um mecanismo que coleta e armazena a água da chuva. Depois, utilizada para irrigar o local, abastecido com um pé de limão siciliano.
Já os espaços para aproveitarem as correntes de ar estimulam a necessidade menor de se ligar o ar condicionado. A pintura é clean e a decoração também segue pelo mesmo caminho, e os espaços amplos também se destacam na mansão, que reúne ainda uma bela escada de mármore dá acesso ao andar superior.
Alguns objetos trazidos foram trazidos do exterior, como um lustre e um bufê, ambos de Nova YorK (EUA), e um jogo de xadrez, paixão de Giuliana, assim como as flores, do Marrocos, mesmo país que vieram uns tapetes. Já madeira de demolição foi usada para confeccionar a mesa de jantar.