O universo da beleza está vivendo um verdadeiro retorno aos anos 1990, e um nome voltou a dominar pesquisas, inspirações e cadeiras de salão: Carolyn Bessette-Kennedy. Com a estreia da minissérie "Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette", o fascínio pela eterna it girl americana reacendeu e trouxe junto uma obsessão capilar que promete ser a aposta mais chique de 2026: o chamado “loiro manteiga”, também conhecido como “butter blond”.
Segundo a expert Bruna Scharf, da rede Walter’s Coiffeur, trata-se de uma cor com “efeito luminoso e elegante”, capaz de rejuvenescer mais do que muitos imaginam.
Antes mesmo da série, a esposa de John F. Kennedy Jr. já era referência máxima de minimalismo sofisticado. Conhecida por sua trajetória na Calvin Klein, onde começou como assistente de vendas e se tornou uma das principais relações públicas da marca, ela simbolizava uma estética natural e refinada. Cabelos loiros perfeitamente imperfeitos e maquiagem quase invisível marcaram uma geração.
Agora, ao ser interpretada por Sarah Pidgeon na minissérie, o tom amanteigado voltou aos holofotes e despertou uma dúvida comum entre mulheres maduras: será que funciona para mim?
De acordo com Bruna Scharf, “o loiro manteiga é extremamente democrático, mas favorece especialmente mulheres que buscam sofisticação natural, sem contraste marcado”. A especialista explica que ele valoriza peles claras a médias com subtom quente ou neutro.
Quem já tem base loira ou castanho claro alcança o resultado com mais facilidade. Ainda assim, a técnica pode ser adaptada para bases mais escuras com planejamento técnico adequado, ajustando intensidade e profundidade do dourado.
Aqui está um dos pontos que interessa muitas mulheres. Segundo a profissional, “sim, é uma excelente estratégia”. As mechas quentes desde a raiz criam um efeito difuso que mistura os fios brancos aos claros, evitando aquela linha rígida da coloração global.
Ela ainda reforça que, por ser um tom amanteigado e não acinzentado, ele conversa melhor com o branco natural, criando um “efeito luminoso e elegante”.
Sim, principalmente em bases escuras. “O fundo de clareamento natural tende ao cobre”, alerta Bruna Scharf. Por isso, a neutralização estratégica com pigmentos adequados é essencial. “O segredo é não esfriar demais, mas também não deixar o cobre evidente.”
Comparado ao platinado, não. A especialista afirma que o loiro manteiga é mais estratégico e versátil. A manutenção costuma ocorrer a cada 8 a 10 semanas, já que a transição desde a raiz é mais suave.
O gloss tonalizante é praticamente indispensável entre as visitas ao salão. Ele mantém o dourado sofisticado, devolve brilho e evita aspecto opaco. Já o uso excessivo de shampoo roxo pode esfriar demais a cor e tirar o efeito amanteigado.
Segundo a profissional, trata-se de um “investimento consciente, não excessivo”. O custo inicial pode ser maior para construir a cor ideal, mas a manutenção tende a ser mais espaçada e menos radical.
Para quem deseja luminosidade elegante, sofisticação minimalista e um visual que suaviza os sinais do tempo sem exageros, o "loiro manteiga" surge como uma escolha equilibrada e atual. Não é apenas uma tendência passageira. É um retorno à elegância atemporal que Carolyn Bessette-Kennedy eternizou e que agora promete iluminar 2026 com charme e naturalidade.
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