No remake de ‘Vale Tudo’, a tia Celina (Malu Galli) está provando que nunca é tarde para dar uma reviravolta na vida amorosa. Após anos de humilhação e uma vida de solteira, eis que a ricaça se vê diante de dois pretendes: Estéban (Caco Ciocler) e Olavo (Ricardo Teodoro). Cada um com seu estilo único, os dois são igualmente irresistíveis e prontos para laçar o coração da socialite mais famosa do Rio de Janeiro.
Se Celina está em dúvida sobre qual apostar, o Purepeople dá uma ajudinha ao listar as principais qualidades de cada um. Vai ser jogo duro!
De um lado, temos Estéban, o típico homem dos sonhos que qualquer família de classe alta gostaria de ver como genro. Rico, elegante, educado, um verdadeiro gentleman. Com ele, Celina teria a garantia de nunca precisar dividir a conta do restaurante, muito menos se preocupar com boleto vencido.
O bonitão é ótimo de papo. Ele fala de arte, política, viagens internacionais, e faz Celina sentir que finalmente encontrou alguém no mesmo nível social que ela.
Acima de tudo, Estéban é charmoso e sabe como agradar uma mulher. Além disso, sua sinceridade mostrou que é confiável, pois não foi ele quem delatou sobre o alcoolismo de Heleninha (Paolla Oliveira) para a imprensa.
Do outro lado, surge Olavinho (Ricardo Teodoro), o completo oposto, e talvez por isso seja o parceiro que levará tia Celina ao céu. Michê assumido, sem frescura, ele não tem pedigree, mas entrega exatamente o que promete.
Dizem as más línguas que, depois de algumas noites com ele, a pele de Celina ganhou um brilho que nem os cremes importados mais caros conseguiram entregar. Aliás, não falta borodogó para o moço, que a acaricia em qualquer lugar e a qualquer momento. Ufa!
Olavo é direto, fala o que pensa, não enrola, ou seja, compensa com atitudes. E, para completar, é engraçado naturalmente, pois faz Celina se divertir com sua falta de conhecimento em geral. Coisa rara na vida de alguém que passou tanto tempo ouvindo os sermões venenosos de Odete.
No fundo, a questão é simples: Celina precisa decidir a estabilidade ou a adrenalina. Como diria a própria Odete com sua ironia afiada: “uma hora fricassê de frango, outra hora x-tudão”. E cá entre nós, depois de tantos anos de solidão, Celina merece mesmo é um banquete completo.