De volta à TV com a nova temporada do "Angélica Ao Vivo" (GNT), a mulher de Luciano Huck passa por um momento de opostos na vida familiar. Irmãos de Eva, aniversariante da semana passada - fez 14 anos -, Joaquim e Benício, estudam em São Paulo, enquanto o pai, Francisco Ksyvicks, enfrenta as sequelas de um Acidente Vascular Cerebral.
"Tenho momentos de muita tristeza e nostalgia. Ao mesmo tempo, a vida está acontecendo para os meus filhos. Fico entre os dois sentimentos, é complexo", afirmou Angélica, que chega aos 53 anos em 30 de novembro. "Na minha idade, a gente está nisso: os filhos indo embora e os pais envelhecendo", resumiu à revista "Ela", do jornal "O Globo".
Mulher de Huck há cerca de 22 anos, a apresentadora revelada pela extinta TV Manchete (1983-1999) detalhou o atual estado de saúde dos pais. "Minha mãe está com 83 anos, bem, dentro do possível. Meu pai sofreu um AVC há cinco anos e é dependente de tudo. Quando se tem os pais lúcidos, você tem alguém atrás. Agora, para onde vou correr?", questionou-se. "É triste ver a finitude", afirmou a artista, de visual recém-remodelado.
Com sonho de ir para a Índia e adepta da meditação e retiros desde 2020, Angélica garantiu não ter medo do envelhecimento. "Medo não porque quero viver até os 103 anos. Treino muito porque venho de um pai que até pouco tempo era atleta, está no DNA", explicou a intérprete dos hits "Vou de Táxi" e "Blue Jeans".
Na entrevista, se definiu como sogra "legal, não ciumenta", mas que assume lado "passional, leoa" caso um dos filhos não esteja feliz. Em relação às eleições do próximo domingo (4), afirmou que por ora não pretende declarar voto, contudo deixou a hipótese em aberto.
"Se for necessário...", ponderou Angélica. E apontou melhora quando questionada sobre a percentagem do sexo no relacionamento (em 2024, disse que era 60%). "Aumentou, estamos em 80% (risos). É vital. A gente tem uma química boa", concluiu a apresentadora, que há 30 anos trocou o SBT (onde estava desde 1993) pela Globo.