Poucas mulheres no mundo despertam tanta curiosidade quando o assunto é elegância quanto Kate Middleton. A atual Princesa de Gales é frequentemente elogiada por seus looks sofisticados, discretos e atemporais, mas o que pouca gente sabe é que existe uma estratégia cuidadosamente planejada por trás de cada produção.
Segundo informações publicadas pelo jornal britânico The Sun, a estilista Amanda Wakeley, responsável por vestir integrantes da família real britânica e autora do livro "Style DNA: How to Dress with Confidence", revelou que boa parte das escolhas fashion de Kate segue uma tradição herdada da falecida Rainha Elizabeth II, transformando a moda em uma poderosa ferramenta de comunicação.
De acordo com Amanda Wakeley, a atual Princesa de Gales domina como poucas pessoas a chamada "linguagem silenciosa da moda". Em vez de apostar apenas em tendências, ela utiliza as roupas para transmitir mensagens e reforçar sua imagem institucional durante compromissos oficiais.
A especialista explica que Kate Middleton incorporou um dos maiores ensinamentos da Rainha Elizabeth II: apostar no "color blocking". No entanto, ela levou a estratégia ainda mais longe ao escolher produções inteiramente compostas pela mesma tonalidade, incluindo vestido, sapatos e chapéu.
Segundo a estilista, esse recurso faz com que a princesa seja facilmente identificada em meio ao público, sem abrir mão da elegância. As informações foram divulgadas pelo The Sun, com base em trechos do novo livro da designer britânica.
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Além das escolhas de cores, existe outro detalhe pouco percebido por quem acompanha os eventos da realeza. Conforme explicou Amanda Wakeley, as mulheres da família real costumam usar tecidos mais pesados ou barras com peso estratégico para impedir que o vento levante vestidos e saias durante cerimônias ao ar livre.
Outro cuidado constante está no decote. Segundo a especialista, Kate Middleton evita peças excessivamente abertas porque acredita que a discrição faz parte da função que exerce como futura rainha.
A estilista ainda destaca que a princesa "lê o ambiente melhor do que a maioria das pessoas" e adapta suas produções conforme cada ocasião. Em visitas a escolas e instituições beneficentes, por exemplo, costuma optar por combinações mais simples para aproximar sua imagem do público.
Outro hábito curioso revelado por Amanda Wakeley envolve a maneira como Kate Middleton caminha durante eventos realizados em jardins ou gramados. Segundo ela, a princesa costuma apoiar o peso do corpo na ponta dos pés para evitar que o salto afunde na grama, um truque que passa despercebido pela maioria das pessoas.
A especialista também afirma que integrantes da família real frequentemente compram calçados em numerações diferentes, dependendo da marca, priorizando sempre o conforto durante longos compromissos oficiais.
Nesse aspecto, a estilista relembra um costume da Rainha Elizabeth II. De acordo com o relato, a monarca costumava pedir para uma de suas assistentes amaciar os sapatos novos antes de usá-los, já que passava horas em pé durante cerimônias públicas.
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Ao contrário do que muitos imaginam, o extenso guarda roupa de Kate Middleton não significa que ela use peças inéditas em todas as aparições. Segundo Amanda Wakeley, a princesa faz questão de reaproveitar roupas importantes de seu acervo e, muitas vezes, promove pequenas adaptações para criar um visual completamente diferente.
A especialista cita como exemplo o vestido branco de Jenny Packham, atualizado com detalhes em preto para o desfile Trooping the Colour de 2024, além do vestido verde reutilizado na cerimônia do Earthshot Awards de 2022.
Outro momento lembrado foi o casamento de Príncipe Harry e Meghan Markle, quando Kate Middleton optou por repetir um casaco vestido assinado por Alexander McQueen, justamente para não tirar o protagonismo da noiva. Segundo a estilista, essas escolhas reforçam uma mensagem clara: o foco deve permanecer no trabalho realizado pela princesa, e não apenas em suas roupas.
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Na avaliação de Amanda Wakeley, Kate Middleton encontrou um estilo clássico que dificilmente sofrerá mudanças radicais ao longo dos anos. A especialista compara essa postura com a de Princesa Diana, que utilizava a moda de forma muito mais simbólica e ousada. Entre os exemplos citados estão o famoso suéter da "ovelha negra", usado em 1981, e o icônico "vestido da vingança", escolhido na mesma noite em que o então Príncipe Charles admitiu publicamente sua infidelidade.
Já Rainha Elizabeth II, segundo o livro de Amanda Wakeley, transformou as roupas em parte essencial de sua comunicação institucional. A monarca acreditava que cores vibrantes facilitavam sua identificação em meio às multidões e chegou a afirmar que, se vestisse bege, ninguém saberia quem ela era.
Ainda de acordo com a publicação, até sua tradicional bolsa da marca Launer possuía uma função estratégica. Mudar o acessório de uma mão para a outra ou colocá-lo no chão servia como um discreto código para transmitir mensagens à equipe durante eventos oficiais.