Virginia Fonseca estreia neste final de semana (domingo, 14) no "Domingão com Huck" com um quadro sobre os bastidores da Copa do Mundo 2026, cuja primeira partida é nesta quinta-feira (11). A influencer foi convencida a permanecer na atração mesmo após o fim do namoro com Vini Jr. no último dia 15.
Atacada por um youtuber, que anunciou boicote à Globo, por fazer propaganda de jogos de azar em seu Instagram, Virginia vai aparecer na emissora líder em quadro que terá ações de casa de apostas, no caso a BetMGM, patrocinadora do dominical, conta o colunista Gabriel Vaquer, da "Folha de S.Paulo".
Estão previstas ações envolvendo as apostas no Mundial durante o quadro da influencer, empresária, apresentadora, youtuber e rainha de bateria da Grande Rio no carnaval. Ex-SBT, a mãe de Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo, filhos também de Zé Felipe, faz suas primeiras gravações nesta semana.
A agenda inclui ainda os bastidores do primeiro jogo do Brasil na Copa, contra o Marrocos, neste sábado (13, 19h, hora de Brasília). E quem pensa que Virginia estará sozinha, engana-se: Ed Gama e Lívia Andrade vão se juntar à influenciadora no quadro que já causa polêmica.
A estreia de Virginia na Globo coincide com uma campanha movida por nomes como Alinne Moraes, Gilberto Gil e Caetano Veloso contra as apostas nos jogos de azar. "O tigrinho promete sorte, diversão, mudança de vida, mas só traz dívidas e desespero para milhões de famílias", alegam os famosos no "Block do Tigrinho".
Esse grupo quer uma fiscalização das regras das apostas e que a população tenha consciência a respeito das Bets. Ao mesmo tempo, o governo Lula, via Ministério da Fazenda, tem negado acesso aos documentos que embasaram a autorização para, justamente, essas casas de apostas.
Inicialmente, a pasta apontou que os processos incluem dados pessoais e, por isso, se impôs o sigilo de 100 anos, revelou o "Estado de S.Paulo". Horas depois, a Fazenda recuou e disse que haverá um esforço com a CGU (Controladoria Geral da União) para que haja o acesso a tais documentos.
Vale lembrar que em 2022, o então presidenciável Lula afirmou que seu governo seria marcado pela transparência de dados e pela quebra de sigilo imposta por Jair Bolsonaro em sua passagem pelo Planalto.
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