A Seleção do Brasil embarcou para os EUA na noite desta segunda-feira (1º) para a disputa da Copa do Mundo 2026 e tentar pela sexta vez o hexacampeonato, o que não virá segundo jogo do tarot. Liderado por Neymar, ainda em tratamento de uma lesão grau 2 e mantindo no time, a equipe fez a viagem em um boeing com 96 poltronas de primeira classe e avaliado em mais de R$ 1,19 bilhão.
O modelo 767-300ER, da Aeronexus, já transportou os Rolling Stones, há quatro anos, e a própria seleção, em 2023. Mas não é apenas a quantia bilionária que chama atenção. Fretado, o voo transportou aproximadamente 10 toneladas, mais que o triplo levado pelo Flamengo para o mesmo país no ano passado ao disputar outra Copa do Mundo, a de clubes.
Na Copa-2022, no Catar, o Brasil despachou cerca de duas vezes menos bagagens. Em caso de ida à final, Neymar, Vini Jr. - que saiu em defesa da ex-namorada Virginia Fonseca após a influencer ser vaiada no Maracanã - Lucas Paquetá e companhia ficarão 48 dias naquela região.
De acordo com o ge, só de roupas para treinos são duas coleções, cada uma de um patrocinador diferente. Grande parte da bagagem, por sua vez, é relacionada com material da parte de saúde, um "SAMU ambulante" nas palavras de Guilherme Passos, fisiologista da Seleção.
"Apesar do CT (do New York Red Bulls) ter muita tecnologia e ter estrutura, assim como nosso hotel, nenhum hotel tem uma estrutura de um departamento médico. Em todos os hotéis que a gente vai, a gente constrói um departamento de saúde. Levamos todos os equipamentos de fisioterapia, laser, ultrassom, ondas de choque. Brincando, é quase que um SAMU ambulante", relatou.
A bagagem da Seleção, composta por 91 pessoas, dessas 26 jogadores, reúne ainda medicamentos e centenas de peças de uniforme. Fora, é claro, os itens pessoais de cada uma. Após golear o Panamá, o Brasil encara outro amistoso, dessa vez contra o Egito no sábado (6), às 19h (hora de Brasília). Na semana seguinte (13), no mesmo horário, tem a estreia na Copa diante do Marrocos.