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Naturais ou artificiais? Saiba as diferenças entre os adoçantes e escolha o seu!

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Chega na sala da nutricionista, fala que quer perder peso e a primeira coisa que você ouve é: "Corte o açúcar!". O desespero bate, porque claro, como vou viver sem açúcar? E o cafézinho da tarde? E os sucos do almoço? E aí você pensa: "Ah, o adoçante!". E é aí que eu entro e te digo: você sabe as principais diferenças entre eles? Como escolher o melhor? Não? Então vem que a gente te explica!

Quem precisa emagrecer e quer substituir o açúcar logo pensa em optar pelo adoçante. E entre tantas opções de dietas e substituições possíveis na rotina alimentar, será que o adoçante é realmente uma delas? Você sabe, de fato, escolher o produto que melhor se encaixe no dia-a-dia e para o seu paladar? O adoçante, que antes era usado apenas por pessoas com problemas de diabetes caiu nas graças e nos carrinhos de supermercados de pessoas preocupadas com a manutenção do peso. E, ainda que o uso de alguns deles, em especial os artificiais, gerem algumas polêmicas, poder usufruir do sabor adocicado sem se preocupar com calorias é algo que chama atenção dos consumidores que se preocupam com a balança. Pensando nisso, o Purepeople entrevistou a nutricionista Alessandra Scutellaro, da equipe do Dr. Lucas Costa e tirou as principais dúvidas na hora de escolher o melhor adoçante para a sua alimentação.

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Adoçantes feitos a partir de ingredientes naturais

Se você vive em busca de sobremesas sem açúcar, saiba que não basta apenas trocar o refinado pelo stévia (ou qualquer outro adoçante) nas mesmas quantidades. Além de fazer mal, não terá o mesmo efeito. Para isso, é importante entender a diferença entre ambos. Os adoçantes naturais são extraídos de plantas, como a cana de açúcar, beterraba e as frutas. E são considerados as melhores opções. "A frutose é o açúcar presente nas frutas, e não indicado para diabéticos e para quem deseja perder peso. O Xilitol é um adoçante natural, encontrado na fibra de muitas frutas como framboesa e ameixa, é de baixo índice glicêmico e de baixo valor calórico. O Sorbitol tem sabor suave, não deixa resíduo amargo, e é de baixo valor calórico. O Maltitol é o açúcar do grupo álcool (um poliol), usado como adoçante. Por ser de absorção lenta no organismo, é indicado em tratamento de perda de peso. E, por fim, o Stévia, que é derivado de uma planta, de baixo índice glicêmico e baixo custo", explica a nutricionista.

Adoçantes feitos com ingredientes artificiais

Os adoçantes artificiais têm uma capacidade adoçante bem maior que o açúcar comum (refinado, cristal, demerara, etc.) e a maioria pode ser consumida por pessoas diagnosticadas com diabetes, já que o metabolismo dessas substâncias não requer insulina, o hormônio que os diabéticos não produzem adequadamente. Entretanto, é bom ficar de olho quando o assunto é adoçante artificial. Segundo Alessandra: "Os adoçantes artificiais são substâncias químicas sintéticas que dão o sabor doce sem calorias adicionadas. Eles possuem composições diferentes. A sacarina por exemplo, tem sabor mais forte. Além disso, mulheres gestantes e pessoas hipertensas tem uso restrito de alguns tipos de adoçantes, que a longo prazo, apresentam efeitos colaterais". Apesar disso, vale lembrar que todos os adoçantes são válidos quando o intuito é substituir o açúcar, mesmo que as melhores opções para consumo sejam os adoçantes naturais. No entanto, a nutricionista explica que: "Para receitas que vão ao forno, alguns adoçantes não são indicados como no caso do aspartame que não pode ser aquecido". É bom frisar que o critério para se escolher o adoçante é individualizado, visto que deve-se levar em consideração o objetivo de cada um e se existe algum tipo de patologia associada.

(Por Martina Orlandini)

Fonte consultada: Alessandra Scutellaro - Nutricionista funcional: CRN 05100931

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