Como ter um cabelo impecável? Aqui está o que Miranda Priestly, de 'O Diabo Veste Prada', nunca te contaria sobre um visual polido, segundo um hair expert brasileiro
Publicado em 1 de maio de 2026 às 15:00
Por Lais Seguin | Colaboradora
Formada em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), atua na imprensa desde 2021 com foco em conteúdo de entretenimento, comportamento e cotidiano. Produz matérias leves, informativas e conectadas ao universo dos famosos e das tendências, com linguagem acessível e olhar atento ao que desperta o interesse do público.
Com o retorno de 'O Diabo Veste Prada 2', a estética da revista Runway volta ao centro das tendências de moda e beleza em 2026. O filme reacende o debate sobre imagem pessoal, onde o cabelo se torna peça-chave de poder e estilo.
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No universo de moda e comportamento, a influência de 'O Diabo Veste Prada' volta a movimentar discussões sobre aparência e posicionamento visual.  A personagem Miranda Priestly se tornou símbolo de exigência estética absoluta. 

Nesse contexto, o cabelo ganha status de linguagem silenciosa de poder, algo que especialistas em beleza reforçam ao longo dos anos. A lógica é simples: fios bem cuidados transmitem intenção, identidade e presença.

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O cabelo como extensão da imagem pessoal

O impacto da aparência capilar vai muito além da estética. Em produções inspiradas no universo de moda, como o novo capítulo de 'O Diabo Veste Prada', a construção visual reforça que o cabelo é parte estratégica da imagem. Especialistas destacam que brilho, textura e alinhamento dos fios influenciam diretamente na percepção de sofisticação.

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Rotina capilar é o verdadeiro segredo do efeito Runway

O chamado “efeito Runway” não nasce no styling final, mas na rotina diária de cuidados. Hidratação, proteção térmica e manutenção da saúde da fibra são pilares fundamentais para um resultado polido.

Segundo profissionais do setor, o uso de ferramentas de calor exige atenção constante, já que o excesso sem proteção pode comprometer a estrutura dos fios e reduzir o brilho natural. Além disso, práticas simples como alternar tratamentos e escolher finalizadores adequados ajudam a manter o visual alinhado sem perder movimento.

“O cabelo bonito não nasce no momento da finalização. Ele é resultado de uma rotina consistente, que combina tratamento, proteção e escolhas adequadas para cada tipo de fio. Quando a fibra está saudável, o styling responde melhor, o brilho aparece com mais naturalidade e o acabamento dura mais”, explica Ricardo dos Anjos.

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Brilho, frizz e textura: o que realmente importa

Um dos pontos mais discutidos na beleza contemporânea é a relação entre frizz e naturalidade. Diferente do que se pensava anos atrás, o objetivo não é eliminar completamente a textura, mas equilibrá-la.

“Brilho não é sinônimo de oleosidade. Um cabelo luminoso é aquele em que a cutícula está mais alinhada, refletindo melhor a luz. Para isso, é importante investir em produtos que tratem a fibra, ajudem a controlar a porosidade e entreguem acabamento sem comprometer o movimento natural”, finaliza Ricardo dos Anjos.

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