Para você, o que é felicidade? Essa palavra de apenas 10 letras traz em sua essência muita profundidade. Já tem bastante tempo que diversos filósofos falam a respeito desse tema. Um deles foi Tolstói, importante escritor e pensador russo.
O que, de fato, devemos fazer para atingir esse sentimento abstrato, em seu estado pleno? Primeiramente, é de extrema importância que tenhamos foco naquilo que almejamos. Com o mundo moderno e as pressões do dia a dia, devemos ter meta em pensamentos e emoções positivas.
Dessa forma, é natural que aquela sensação de "dever cumprido", realmente prevaleça. Também vale destacar que os acontecimentos que não estavam planejados na rotina, e até mesmo algumas atitudes de pessoas com inteligência emocional, transformem a vida e interfiram no estado emocional das pessoas.
Para sermos felizes totalmente, precisamos realmente internalizar esse desejo. A força do pensamento é muito importante nesse processo. Sendo assim, as nossas ações e a maneira como vemos o mundo, influenciam diretamente em nossos objetivos.
As novelas têm exemplos clássicos de personagens com personalidades bem otimistas. Em "Êta Mundo Melhor!", que terminou há pouco tempo na TV, mostrou Candinho (Sérgio Guizé) sendo bem esperançoso com a vida.
Ele tinha um lema, ressaltando que "tudo o que acontece de ruim na vida da gente, é para melhorar". Mesmo quando era vítima das armações de Sandra (Flávia Alessandra) e Ernesto (Eriberto Leão), ele tentava não se abalar, tendo fé na Justiça e de que as coisas iam se resolver.
Outra também que era sinônimo de esperança era a Sol (Sheron Menezzes) de "Vai na Fé". Ainda que a vida tentasse derrubar a cantora, ela tentava sempre dar a volta por cima, acreditando na felicidade.
Segundo o filósofo Liev Tolstói, "a felicidade não depende de coisas externas, mas da maneira como as vemos". Em suas obras de grande prestígio, ele não deixou a felicidade de lado. Para ele, sentir-se verdadeiramente feliz depende, sobretudo, de nós mesmos e da interpretação do nosso destino.
Em sua explicação, o estudioso mostrava que a atenção deveria estar voltada para as atitudes e reações de cada indivíduo, e não no cenário externo. Para ele, a felicidade depende do nosso desejo verdadeiro.
Nós somos os únicos capazes de nos proporcionar essa sensação. Entretanto, dependendo de como reagimos aos estímulos perante às adversidades, podemos acabar deixando que ela escape por completo.