Ao mesmo tempo em que aumenta o salário dos principais âncoras do jornalismo, a Globo estuda uma importante mudança no "Jornal Nacional" e para os próximos anos. E nem estamos falando de uma possível saída de Renata Vasconcellos após mais de uma década na bancada.
E sim do fim da cadeira vitalícia no noticiário de maior audiência da TV brasileira, assunto tratado no passado e que voltou a ganhar força nos bastidores, segundo o colunista Alessandro Lo-Bianco. A ideia agora é que a cada cinco anos uma mudança na apresentação do "JN" aconteça. Porém, não seria uma regra obrigatória, uma vez que no mesmo período pode acontecer a renovação da titularidade.
O Purepeople procurou nesta manhã (9) a assessoria da Globo e aguarda retorno.
A cúpula da Globo quer poder ter liberdade de fazer uma avaliação de cada âncora e poder, assim, efetuar mudanças quando o apresentador "deixar de corresponder às exigências editoriais" do "Jornal Nacional", ainda segundo o colunista. Isso acontece semanas após Cesar Tralli não for bem avaliado em relação à sua postura nas entrevistas com os presidenciáveis.
O marido de Ticiane Pinheiro seria o mediador do debate da última quinta-feira (1º) cancelado em cima da hora depois que Gilmar Mendes impôs a presença de Renan Santos e a ministra do TSE Estela Aranha proibir a presença do púlpito destinado a Lula, que decidiu não comparecer, assim como Flávio Bolsonaro.
Por outro lado, Tralli comandou o especial da apuração dos votos no domingo (4) ao lado de Renata Lo Prete, que pode deixar o "Jornal da Globo" e a emissora em 2027. Caso os planos sejam colocados em prática, a Globo avaliaria o desempenho dos âncoras a cada cinco anos, o que poderia levar a uma renovação ou substituição.