O desempenho de Cesar Tralli na sabatina com os candidatos à Presidência da República promovida pela Globo ao longo da última semana continua rendendo. Uma forte crítica ao jornalista, sucessor de William Bonner na bancada do "Jornal Nacional", foi feita internamente.
Na avaliação da diretoria da emissora carioca, Cesar Tralli se apequenou diante dos presidenciáveis. Enquanto isso, Renata Vasconcellos cresceu, de acordo com a coluna "Gente" da revista "Veja". O Purepeople procurou a assessoria da Globo por e-mail nesta manhã (4) e aguarda retorno.
Vale apontar que na web, a postura da jornalista dividiu o eleitorado-telespectador independente do entrevistado. No caso de Lula, houve quem apontasse machismo por parte do petista contra a jornalista, que segundo essas pessoas não reagiu frente ao presidente.
Para a diretoria, Tralli se saiu "muito mal" em sua primeira rodada de entrevistas com os presidenciáveis. "Nitidamente nervoso diante de Lula" e "se perdeu nas questões frente a frente com Flávio Bolsonaro" foram algumas conclusões. Com isso, o marido de Ticiane Pinheiro precisou ser socorrido por Renata.
De acordo com a coluna, nos bastidores da Globo se entende é que "Tralli perdeu a moral", palavras da publicação, que havia ganhado ao assumir o "JN" em novembro passado. Além disso, o colunista citou um "esquema de guerra" inédito para as entrevistas, exibidas pela primeira vez como programa independente.
Um time de editores e repórteres de política com experiência foram reunidos para criar as perguntas e decidir a ordem destas questões. Além disso, o comportamento de Renata e Tralli também foi pré-definido e que houvesse um determinado equilíbrio entre eles frente aos candidatos.
Por isso, ambos treinaram suas perguntas e ficaram inacessíveis aos demais membros da equipe do noticiário.