Miss Universo 2025: fraude de R$ 5 milhões, prisão, queda grave, renuncia de título e TODOS os escândalos da edição mais polêmica da história
Publicado em 27 de novembro de 2025 às 16:13
Por Rahabe Barros | Reality show e TV
Carioca, libriana e apaixonada pelo mundo de celebs, memes, música e reality show. Setorista de Bruna Marquezine no site (amo!).
Se você perdeu todos os escândalos envolvendo o Miss Universo 2025, o Purepeople elaborou uma linha do tempo para te atualizar de tudo!
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A edição de 2025 do Miss Universo tornou-se rapidamente a mais controversa já registrada, acumulando episódios que vão de ofensas públicas a acusações de manipulação e desistências inesperadas. 

Com mais de 120 candidatas e sediada na Tailândia, a disputa se estendeu por três semanas, período em que as representantes participaram de competições, ensaios e aparições oficiais. Ao final da cerimônia realizada em Bangkok, na sexta-feira (21), o título ficou com a mexicana Fátima Bosch, de 25 anos. A seguir, o Purepeople te conta todos os escândalos que rolaram nesta edição para você ficar por dentro de tudo!

  • Conflito envolvendo Miss México e diretor regional

A primeira crise ganhou repercussão em 4 de novembro, quando Nawat Itsaragrisil, responsável pelo Miss Universo na Ásia e Oceania, chamou Fátima Bosch de “estúpida” durante uma transmissão ao vivo por, segundo ele, não promover conteúdo suficiente sobre o país anfitrião. Na gravação, ele chega a solicitar a presença da segurança enquanto a candidata deixa o ambiente.

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A atitude provocou reação imediata entre outras concorrentes, que demonstraram apoio à mexicana — até serem repreendidas por Nawat, que ordenou que “quem quisesse continuar” deveria se sentar. O vídeo viralizou e acabou chegando até a presidente do México, Claudia Sheinbaum, que elogiou a postura da conterrânea afirmando: “Em eventos públicos, as mulheres ficam mais bonitas quando levantam suas vozes e participam”.

A organização global do concurso repudiou publicamente a conduta do diretor. “Não permitirei que os valores de respeito e dignidade para com as mulheres sejam violados”, declarou o presidente Raúl Rocha durante o evento. Dias depois, em 6 de novembro, Nawat fez um pedido de desculpas emocionado: “Gostaria de pedir desculpas a todos. Eu não tinha ideia da dimensão que este problema tomaria”, disse. “Sou humano. Todos sabem que os últimos dias foram de muita pressão”, acrescentou.

  • Queda de Miss Jamaica resulta em internação

Outro episódio que marcou a edição ocorreu em 19 de novembro, quando Gabrielle Henry, 28 anos, representante da Jamaica, caiu da passarela durante um desfile preliminar. Registros publicados nas redes mostram a modelo sendo retirada do local em uma maca. A queda foi tão grave que ela precisou ser levada à UTI e acabou afastada da competição.

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A organização atualizou seu estado de saúde em nota divulgada no dia 24. “Por respeito à sra. Henry e sua família, a Organização mantém sigilo absoluto sobre detalhes específicos de seu estado de saúde”, informou o comunicado assinado pelo presidente Raul Rocha Cantú. Ele acrescentou que a equipe tomou “medidas imediatas” para garantir o bem-estar da participante.

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  • Suspeitas de manipulação geram renúncia de jurados

Às vésperas da final, dois jurados anunciaram saída repentina. O compositor Omar Harfouch afirmou nas redes sociais ter abandonado o posto porque, segundo ele, um grupo secreto de avaliadores já teria pré-selecionado as 30 semifinalistas. “Eu não poderia ficar diante do público e das câmeras de televisão, fingindo legitimar um voto no qual nunca participei”, declarou.

No mesmo dia, o ex-jogador francês Claude Makélélé também renunciou, alegando “razões pessoais imprevistas” e ressaltando: “Eu tenho o maior respeito pelo Miss Universo”. A organização respondeu às acusações afirmando:

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A Organização Miss Universo esclarece firmemente que nenhum júri improvisado foi criado, que nenhum grupo externo foi autorizado a avaliar as delegadas ou selecionar finalistas, e que todas as avaliações da competição continuam a seguir os protocolos estabelecidos, transparentes e supervisionados da MUO.

  • Coproprietária do concurso é alvo de mandado de prisão

A crise se agravou ainda mais após a Justiça tailandesa emitir uma ordem de prisão contra Jakapong Jakrajutatip, executiva do grupo JKN Global e coproprietária do Miss Universo. Segundo autoridades locais, ela é suspeita de envolvimento em um esquema fraudulento estimado em quase 30 milhões de bahts — cerca de R$ 5 milhões. A acusação partiu de um cirurgião plástico que afirma ter sido convencido a investir na empresa em 2023 sem ter acesso às informações financeiras reais.

  • Renúncia de candidatas amplia turbulência pós-evento

Depois da final, o concurso ainda enfrentou deserções importantes. Olivia Yacé, da Costa do Marfim e integrante do Top 5, anunciou no dia 24 que renunciaria ao Miss Universo 2025 e ao título de rainha continental da África e Oceania, justificando que sua decisão está ligada ao compromisso com seus princípios.

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Brigitta Schaback, Miss Estônia, também abandonou sua coroa em 23 de novembro, citando desacordo com a direção local. Segundo ela, o propósito do concurso deveria estar ligado ao empoderamento feminino e, por isso, seguirá atuando de forma independente. A modelo já havia manifestado desconforto durante as etapas preliminares ao relatar que recebeu perguntas inadequadas.

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