Caso Eloá Pimentel: Nayara, amiga baleada em sequestro, ganhou fortuna de indenização após o crime
Publicado em 12 de novembro de 2025 às 15:01
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Netflix estreia, nesta quarta-feira (12), um documentário sobre o assassinato de Eloá.
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O assassinato de Eloá Pimental, em 2008, voltou à tona nas últimas semanas graças a dois conteúdos do streaming: o documentário “Caso Eloá – Refém ao Vivo”, que chega nesta quarta-feira (12) à Netflix, e a série “Tremembé”, da Prime Vídeo, que retrata Lindemberg Alves, assassino da jovem de 15 anos.

Ao invadir o apartamento da ex-namorada, Lindemberg fez mais uma refém: Nayara Rodrigues da Silva, amiga de Eloá. 17 anos depois do crime, ela se mantém longe dos holofotes e evita entrevistas. A última informação pública dela diz respeito a uma vitória judicial, que lhe garantiu uma indenização de R$ 150 mil.

O governo do Estado de São Paulo foi condenado a pagar o montante a Nayara por danos morais, materiais e estéticos. A Justiça concluiu que a Polícia Militar (PM) colocou a adolescente em risco.

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Na época, a Procuradoria Geral do Estado (PGE), que defende os interesses do governo paulista, recorreu da decisão. O objetivo era reduzir o valor ou conseguir uma sentença em que não houvesse pagamento de indenização. 

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No dia 13 de outubro de 2008, Eloá estudava com mais três amigos em sua casa, entre eles, Nayara. Lindemberg invadiu a residência da ex-namorada, liberou os dois meninos e deixou apenas as moças de refém.

Nayara foi liberada dois dias depois. No entanto, foi instruída pela Polícia a retornar ao cativeiro para ajudar nas negociações. Ela alega ter sido pressionada pelos agentes.

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Com cobertura massiva das emissoras de televisão, o caso teve um final trágico. No dia 17 de outubro, policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e da Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo explodiram a porta do apartamento, invadiram a residência e iniciaram uma luta corporal contra o sequestrador. Nesse momento, ele atirou contra as duas reféns.

Nayara foi baleada no rosto, o que resultou em fatura nos ossos da face. A jovem precisou de cirurgias de reconstrução. Com isso, magistrados concluíram que os agentes públicos tiveram "culpa" pelos ferimentos que ela sofreu, segundo informações do G1. Já Eloá levou um tiro na virilha e na cabeça. Ela teve a morte cerebral decretada por volta das 23h30 do dia 18 de outubro.

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