Vencedor do Oscar 2006, Sean Penn faltou à mais importante premiação do cinema neste domingo (15). O ex de Madonna faturou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante por "Uma Batalha Após a Outra", longa vencedor do Melhor Filme, desbancando "O Agente Secreto", para revolta dos internautas brasileiros e confirmando a previsão de uma revista.
Nas telonas, Penn viveu um militante fanático. Fora delas, o ator embarcou para a Europa e tem planos de fazer uma visita à Ucrânia, revelaram pessoas próximas ao americano de 65 anos e vencedor já três vezes do Oscar. Ainda é desconhecido o motivo da viagem e há a chance do famoso ter mudado seu destino na noite passada.
A AFP que já esteve à frente de um documentário sobre o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky deve ter uma reunião com o líder nesta segunda. Vale lembrar que Penn já entregou ao mandatário uma das estatuetas recebidas em anos anteriores.
Vale lembrar que na véspera do Oscar 2022, Penn apoiou um boicote à festa máxima do cinema ao defender Zelensky após rumores de um veto ao presidente da Ucrânia por ele ter intenção de abordar o conflito com a Rússia no palco da premiação. O episódio foi classificado por Penn de "momento mais obsceno de toda a história de Hollywood.
E se Gwynet Paltrow já deu um destino revoltante ao se prêmio, o americano faria pior. "Eu mesmo, se for o caso, derreteria os meus troféus em público", disparou na época o vencedor dos Oscars por "Sobre Meninos e Lobos" (2003) e "Milk" (2008). "Não há nada mais nobre que a Academia poderia fazer do que dar essa oportunidade a ele, de falar com todos nós. Até porque aí está um cara que entende de filmes, e tem uma longa e bem-sucedida carreira na indústria", completara.