Messi é o maior jogador que o futebol já viu? A resposta polêmica de Carlo Ancelotti à pergunta que divide gerações: 'Sinceramente...'
Publicado em 14 de junho de 2026 às 06:01
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Oito Bolas de Ouro, uma Copa do Mundo e inúmeros recordes: afinal, o que ainda falta para Messi ser unanimidade?
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Existe uma pergunta poderosíssima que acompanha o futebol há anos e, até hoje, provoca discussões em diferentes partes do mundo: Lionel Messi é o maior jogador da história? A conquista da Copa do Mundo de 2022 pela Argentina transformou esse debate...

Para muitos torcedores, analistas e ex-jogadores, o título conquistado no Catar eliminou o último argumento que ainda separava o camisa 10 argentino do topo absoluto do futebol mundial. Afinal, além de colecionar recordes, Bolas de Ouro, títulos nacionais e troféus continentais, Messi finalmente levantou a taça que durante anos foi usada como parâmetro para compará-lo a nomes como Pelé e Diego Maradona.

Mas nem todos enxergam a discussão de forma tão simples! Entre os que preferem adotar cautela está justamente um dos treinadores mais vitoriosos da história do esporte: Carlo Ancelotti.

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Treinador da Seleção Brasileira não acha Messi o melhor do mundo

Em dezembro de 2022, poucos dias após o título argentino no Mundial, o então treinador do Real Madrid foi questionado sobre a possibilidade de Messi ser o maior jogador da história.

"Messi tem estado muito bem. É um grande jogador de futebol, todos o reconhecem. O melhor da história? Sinceramente não sei. Cada época teve e terá jogadores muito fortes e importantes. Dizer que é o melhor da história, não vai sair da minha boca", afirmou Ancelotti em coletiva de imprensa, segundo informações do ESPN Brasil.

Ao justificar sua posição, o treinador lembrou que teve o privilégio de acompanhar diferentes gerações de craques. "Já desfrutei de tantos bons jogadores. Tenho o Bola de Ouro (Karim Benzema), que vejo treinar todos os dias. Vi Maradona e Cruyff...", completou.

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Mais do que evitar uma polêmica, Ancelotti apresentou uma visão que muitos historiadores do futebol compartilham: comparar épocas diferentes talvez seja uma tarefa impossível!

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Os argumentos de quem considera Messi o maior

Ainda assim, os defensores de Messi possuem uma lista robusta de argumentos. O argentino conquistou praticamente tudo o que um jogador pode sonhar. Venceu a Copa do Mundo, a Copa América, a Liga dos Campeões, campeonatos nacionais e acumulou oito Bolas de Ouro - recorde absoluto da premiação.

Além dos títulos, seus números impressionam. São mais de duas décadas atuando no mais alto nível, participando diretamente de centenas de gols e mantendo uma regularidade raramente vista em qualquer esporte.

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Outro fator frequentemente citado é sua capacidade de influenciar diferentes fases do jogo. Ao longo da carreira, Messi foi ponta, armador, falso 9, organizador e finalizador. Em muitos momentos, conseguiu reunir em um único jogador características que normalmente aparecem separadas em atletas distintos. Para uma parcela significativa do mundo do futebol, isso o torna um caso único.

Pelé, Maradona e a barreira das gerações

É justamente aí que surge o contraponto levantado por Ancelotti. Como comparar Messi a Pelé? O brasileiro conquistou três Copas do Mundo, algo jamais repetido por qualquer outro jogador. Foi o rosto global do futebol durante décadas e ajudou a popularizar o esporte em escala planetária. 

E como ignorar Maradona? O argentino transformou a campanha da Copa de 1986 em uma das exibições individuais mais marcantes já vistas em um Mundial. Sua influência cultural na Argentina ultrapassou as quatro linhas e se tornou um fenômeno social.

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A Copa de 2026 pode mudar alguma coisa?

Aos 38 anos, Messi disputa a Copa do Mundo de 2026 defendendo a Argentina, atual campeã mundial. Será mais uma oportunidade para ampliar uma trajetória que já figura entre as mais impressionantes da história do esporte. Caso conquiste um segundo título mundial consecutivo, a pressão para reconhecê-lo como o maior jogador de todos os tempos deve aumentar ainda mais.

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