Uma das famosas derrotadas na eleição 2026, Rachel Sheherazade está sendo processada por um motorista de aplicativo. Ex-âncora do "SBT Brasil", a jornalista tentou vaga à deputada federal pelo PSD, mas recebeu só 22.453 votos, pouco menos que os 22.742 votos recebidos por Silvia Abravanel, candidata ao mesmo cargo e pelo mesmo partido, igualmente não sendo eleita.
Expulsa de "A Fazenda 2023", desligada da Record no fim de 2025 e derrotada no STF em processo contra Silvio Santos (1930-2024), a apresentadora é citada em ação na Justiça iniciada no último 16 de setembro por R. A. B. após publicar vídeos em seu Instagram expondo o trabalhador, e acusando-o de "covarde, ameaçador, irresponsável e grosseiro" por ter sido expulsa do carro dirigido pelo anônimo e "abandonada" em rua deserta.
A polêmica começou após Rachel pedir que o motorista trocasse a estação de rádio. Segundo R., houve uma proposta dele para que o aparelho fosse desligado para que nem ele e nem a jornalista ficasse contrariado.
O anônimo alega ainda ter agido com educação ao se negar a trocar de emissora, relata a colunista Fabia Oliveira, do "Metrópoles".
Ainda na versão do motorista, a reação de Rachel foi explosiva. "É por isso que vai morrer sendo Uber", teria dito a famosa. "Eu posso acabar com sua vida", também disse a jornalista, segundo R., em uma referência à sua fama. O motorista nega ter deixado a ex-SBT em local sem segurança.
O anônimo afirmou que Rachel desembarcou do carro de local com bastante iluminação e movimento, perto de oficina de automóveis de luxo e em área amplamente monitorada por câmeras de segurança. Na ação, o autor aponta ter sido atingido em honra pessoal e ter tido a reputação profissional prejudicada por Rachel.
O motorista acusou a apresentadora de pedir seu banimento do Uber e expôs nome dele e placa do veículo, orientando os seguidores a cancelarem corridas aceitas por R. Ele afirma também que foi retratado como alguém "agressivo e perigoso" pela famosa, que em 2025 disputou o "MasterChef".
No processo, pede uma liminar para garantia da preservação de uma gravação de 6 minutos, hoje supostamente em posse da Uber. Na ação, o autor pede indenização de R$ 60 mil por danos morais, fora retratação de Rachel na web, onde teria ainda que retirar os vídeos e não mais republicá-los.