Segundo Steve Jobs, esta é a pergunta provocativa e reveladora que você deve se fazer todos os dias para ser feliz e bem-sucedido
Publicado em 27 de julho de 2026 às 10:51
Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
Você já parou para pensar no real significado de felicidade e sucesso? Steve Jobs, em um discurso inesquecível, compartilhou um questionamento simples capaz de guiar suas decisões e aproximá-lo de uma vida mais autêntica e realizada
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Em 2005, Steve Jobs fez um dos discursos mais conhecidos da história recente da Universidade de Stanford. Além de falar sobre sua carreira, o empresário apresentou uma forma simples de organizar decisões do dia a dia a partir de uma pergunta que, segundo ele, o acompanhava há anos e ajudava a filtrar escolhas importantes e também as mais comuns da rotina.

A pergunta é: "Se hoje fosse o último dia da minha vida, eu gostaria de fazer o que estou prestes a fazer hoje?". Jobs explicou que esse tipo de reflexão não era algo teórico, mas um critério prático que ele usava para avaliar se estava seguindo na direção certa ou apenas repetindo decisões por costume.

A pergunta como ferramenta de decisão diária

No discurso, Steve Jobs reforça que o segredo dessa pergunta está na repetição. Ele dizia que, sempre que a resposta começava a ser "não" com frequência, isso funcionava como um sinal de que mudanças eram necessárias na vida pessoal ou profissional. A lógica não era viver em estado de urgência, mas usar a ideia de finitude como um filtro para prioridades.

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Na prática, isso se traduz em uma forma de autoavaliação constante. Em vez de tomar decisões apenas por obrigação ou expectativas externas, a proposta é observar se aquilo que está sendo feito faz sentido dentro da própria percepção de vida e direção.

Jobs defendia que felicidade e sucesso não estavam ligados apenas a conquistas materiais ou reconhecimento externo. Para ele, conseguir identificar o que é essencial e ter coragem de agir de acordo com isso, mesmo quando isso contrariava expectativas de outras pessoas, era o mais importante.

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O impacto do fracasso na trajetória de Steve Jobs

Em seu discurso, Steve Jobs falou sobre como lidava com o fracasso. Ele lembrou publicamente que foi demitido da própria empresa que fundou, a Apple, aos 30 anos, mas, em vez de tratar esse momento como um encerramento, ele descreveu como um período de reconstrução.

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Depois da saída, Jobs fundou a NeXT e também trabalhou na Pixar, empresas que marcaram novos caminhos na tecnologia e no cinema de animação. "Minha demissão da Apple foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido", disse durante o discurso.

Steve Jobs também defendia que aprender com falhas fazia parte do processo de construção de algo relevante. Em sua visão, os erros seriam parte da evolução de decisões e projetos ao longo do tempo.

O tempo é o seu bem mais precioso

Além de falar sobre dinheiro, sucesso e escolhas, Steve Jobs também refletiu sobre o tempo em seu discurso em Stanford: "Seu tempo é limitado, não o desperdice vivendo a vida de outra pessoa", disse o empresário.

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Jobs também comentou que sua percepção sobre o tempo mudou após o diagnóstico de câncer de pâncreas em 2004, o que trouxe um senso maior de urgência em relação ao que realmente importava na vida cotidiana. O empresário morreu no dia 5 de outubro de 2011, aos 56 anos.

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