Shakira tem habilidade surpreendente que protege o cérebro — e pode virar hábito na sua rotina
Publicado em 3 de maio de 2026 às 18:59
Por Lais Seguin | Colaboradora
Formada em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), atua na imprensa desde 2021 com foco em conteúdo de entretenimento, comportamento e cotidiano. Produz matérias leves, informativas e conectadas ao universo dos famosos e das tendências, com linguagem acessível e olhar atento ao que desperta o interesse do público.
Shakira fala seis idiomas e essa habilidade pode proteger o cérebro contra o declínio cognitivo. Entenda por que o hábito virou destaque.
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Shakira voltou aos holofotes, mas não só pela música. A artista chama atenção por um hábito que vai além da carreira e pode impactar diretamente a saúde: o domínio de múltiplos idiomas. E a ciência explica por quê.

Conhecida por hits globais e turnês internacionais, a cantora fala espanhol, inglês, francês, italiano e catalão, além de ter noções de árabe e português. Mais do que um diferencial profissional, essa habilidade pode funcionar como uma espécie de “escudo” para o cérebro.

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Falar mais de um idioma reduz risco de Alzheimer

Estudos recentes indicam que o bilinguismo, ou até o multilinguismo, está associado a um menor risco de desenvolver doenças como o Alzheimer e outros quadros de demência.

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Uma pesquisa publicada na revista Nature Aging analisou mais de 86 mil pessoas, entre 51 e 91 anos, em 27 países. O resultado foi direto: quem fala mais de um idioma tende a ter um envelhecimento cerebral mais lento.

Outro estudo, realizado na Índia com mais de 1,2 mil participantes, chegou à mesma conclusão. Pessoas bilíngues apresentaram menor incidência de comprometimento cognitivo em comparação com aquelas que falavam apenas uma língua.

Aprender idiomas fortalece o cérebro

Especialistas explicam que aprender idiomas estimula a criação de novas conexões neurais. Esse processo fortalece a chamada “reserva cognitiva”, que ajuda o cérebro a resistir aos efeitos do envelhecimento.

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Na prática, isso significa mais proteção para funções como memória, raciocínio e planejamento, áreas diretamente afetadas em doenças neuro degenerativas.

E tem mais: o aprendizado contínuo mantém o cérebro ativo, funcionando como um verdadeiro “treino mental”.

Embora seja mais fácil aprender línguas na infância, especialistas reforçam que nunca é tarde para começar. Cursos, aplicativos e até consumo de conteúdo em outro idioma já ajudam a estimular o cérebro.

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No caso de Shakira, o hábito veio com a carreira internacional, mas pode ser adaptado à rotina de qualquer pessoa. Além de abrir portas no mundo, ainda protege a mente.

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