‘Estou tendo uma segunda chance. O Marcos não': desabafo de Elize Matsunaga sobre perdão viraliza na web após sucesso de 'Tremembé'
Publicado em 7 de novembro de 2025 às 12:09
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Elize Matsunaga foi condenada pelo assassinato e esquartejamento do marido, Marcos Kitano Matsunaga.
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Elize Matsunaga é uma das detentas retratadas na série “Tremembé”, que aborda o dia a dia dos presos na penitenciária homônima. Nesse contexto, viralizou nas redes sociais um raro vídeo da condenada pelo assassinato e esquartejamento do marido, Marcos Kitano Matsunaga. No registro, ela agradece o apoio do público.

O vídeo tem sido divulgado por muitas páginas como se fosse um agradecimento pela repercussão de “Tremembé”, o que não procede. O depoimento é de 2022, quando Elize consegue liberdade condicional.

“Tô muito feliz por ter vencido, pelas pessoas que me apoiaram, que me compreenderam. Infelizmente, não posso consertar o que passou, o erro que cometi. Estou tendo uma segunda chance, infelizmente, o Marcos não. Mas eu acredito que, na espiritualidade, ele já tenha me perdoado. Peço isso todas as vezes em minhas orações”, declara Elize.

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Em conversa com o advogado criminalista Luciano Santoro, ela ainda afirma que “nunca mais” voltará à cadeia.

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Na série “Tremembé”, Elize é interpretada pela atriz Carol Garcia. A trama aborda a relação da detenta com Sandrão, tratada como uma líder na cadeia, e o triângulo amoroso vivido com Suzane von Richthofen.

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Um dos episódios mostra uma reconstituição do assassinato cometido por Elize. Carol precisou de aulas com um açougueiro para executar a forte cena com maestria. "Ele [o açougueiro] me ensinou onde fica cada articulação, a pegar a mímica da mão, os tipos de corte, o movimento correto da faca. A Elize dominava tudo isso", disse ela ao jornal Folha de São Paulo.

Em entrevista ao portal Splash, do UOL, Carol admitiu que se conecta com Elize através do histórico de violência por parte de homens. “Eu também vivi violência, mas eu não retribuí isso a ninguém com mais violência. Então, se tem um ponto que me conecta a Elize, e é a primeira vez que estou falando isso com tanta honestidade, é a violência. E se tem um ponto que me distancia dela é não devolver dessa forma, é buscar outros caminhos para resolver isso dentro de mim”, refletiu.

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