Suspeita de estelionato: empresa de SC que repassou R$ 17,7 milhões à Virgínia Fonseca é investigada; aos detalhes!
Publicado em 2 de junho de 2026 às 16:48
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Empresa catarinense que realizou transferências milionárias para a Talismã Digital é investigada por suspeitas de fraude
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Após a repercussão da reportagem da revista Piauí sobre movimentações financeiras consideradas atípicas envolvendo empresas ligadas à Virgínia Fonseca, um novo levantamento trouxe informações sobre a empresa responsável por um dos repasses milionários analisados pelas autoridades.

Segundo reportagem publicada pelo ICL Notícias nesta terça-feira (2), a AMP Pay Marketing e Negócios, empresa sediada em Itajaí, em Santa Catarina, é alvo de investigações e processos judiciais envolvendo suspeitas de fraude e estelionato. A companhia é apontada como responsável pelo envio de R$ 17,7 milhões à Talismã Digital, empresa que pertencia a Virgínia e ao cantor Zé Felipe.

Empresa teria enviado R$ 17,7 milhões para companhia ligada a Virgínia

De acordo com o ICL Notícias, os repasses ocorreram entre março e setembro de 2024, por meio de cinco transferências via Pix realizadas pela AMP Pay para a Talismã Digital.

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O caso foi inicialmente revelado pela revista Piauí, que teve acesso a documentos sigilosos produzidos durante os trabalhos da CPI das Bets. Conforme a publicação, os registros financeiros chamaram a atenção dos órgãos de controle e passaram a integrar análises conduzidas pela Polícia Federal.

Ainda segundo a reportagem, a AMP Pay teria sido aberta poucos meses antes das transferências milionárias, com capital social de R$ 50 mil e enquadramento no regime tributário do Simples Nacional.

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Investigação em Minas Gerais envolve suspeita de golpe financeiro

O ICL afirma que a empresa catarinense aparece em uma investigação iniciada pela Polícia Civil de Minas Gerais após a denúncia de um homem que alegou ter sofrido prejuízo de aproximadamente R$ 70 mil em um suposto golpe relacionado a investimentos divulgados nas redes sociais.

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De acordo com a publicação, a vítima teria sido atraída por um anúncio no Instagram e, após realizar aportes sucessivos motivados por promessas de recuperação de perdas financeiras, acabou acumulando prejuízos que passaram a ser investigados pelas autoridades.

A reportagem também cita que o inquérito envolve a EOS Pay, empresa que funcionaria no mesmo endereço da AMP Pay e que teria sido aberta na mesma data.

Outros processos judiciais são mencionados

O levantamento do portal aponta ainda que a AMP Pay aparece em outras disputas judiciais envolvendo alegações de fraude financeira.

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Entre os casos citados está uma ação em Minas Gerais relacionada ao pagamento de um boleto fraudulento, além de processos no Ceará e em São Paulo ligados a supostos investimentos irregulares. Em algumas dessas ações, segundo o site, a empresa argumentou atuar apenas como intermediadora de pagamentos, sem participação direta nos produtos ou serviços oferecidos por terceiros.

O que diz a defesa de Virgínia Fonseca?

A defesa de Virgínia Fonseca apresentou à revista Piauí uma versão diferente para os valores movimentados.

Segundo os advogados da influenciadora, os R$ 17,7 milhões recebidos pela Talismã Digital corresponderiam ao pagamento de cachês referentes a campanhas publicitárias regularmente contratadas.

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Os representantes da empresária também afirmaram que todas as operações foram declaradas aos órgãos competentes e acompanhadas das respectivas notas fiscais.

Entenda o contexto da investigação

A nova informação surge após a revista Piauí revelar que a Polícia Federal estaria analisando relatórios produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), anexados aos trabalhos da CPI das Bets.

De acordo com a publicação, a apuração busca verificar a legalidade de operações financeiras envolvendo empresas associadas a Virgínia Fonseca, além da origem dos recursos movimentados e da eventual existência de irregularidades fiscais ou financeiras.

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Até o momento, não há notícia de denúncia, condenação ou indiciamento contra Virgínia. A influenciadora sustenta que seus negócios operam dentro da legalidade e que permanece à disposição para prestar esclarecimentos às autoridades.

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