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Fotos: O que significa andar com o celular na mão, segundo a psicologia
Publicado em 15 de dezembro de 2025 às 10:40
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O que significa andar com o celular na mão, segundo a psicologia © AGNews
O que significa andar com o celular na mão, segundo a psicologia
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Usar o celular enquanto caminha pela rua ou durante trajetos em transporte público virou um comportamento corriqueiro, mas especialistas alertam que o hábito vai muito além de uma simples distração. © Brazilnews, Will Dias
Usar o celular enquanto caminha pela rua ou durante trajetos em transporte público virou um comportamento corriqueiro, mas especialistas alertam que o hábito vai muito além de uma simples distração.
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Estudos na área da psicologia e da neurociência indicam que a exposição constante às telas afeta diretamente a atenção, aumenta o risco de acidentes e pode estar associada a padrões de dependência, sobretudo entre os mais jovens. © Divulgação/TV Globo
Estudos na área da psicologia e da neurociência indicam que a exposição constante às telas afeta diretamente a atenção, aumenta o risco de acidentes e pode estar associada a padrões de dependência, sobretudo entre os mais jovens.
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Uma análise publicada na revista World Psychiatry, intitulada “O ‘cérebro online’: como a internet pode estar mudando nossa cognição”, aponta que o contato contínuo com redes sociais condiciona o cérebro a processar informações em pequenas doses e de forma acelerada. © Reprodução, Instagram
Uma análise publicada na revista World Psychiatry, intitulada “O ‘cérebro online’: como a internet pode estar mudando nossa cognição”, aponta que o contato contínuo com redes sociais condiciona o cérebro a processar informações em pequenas doses e de forma acelerada.
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Pesquisas relacionam o uso do celular durante deslocamentos ao aumento do risco de acidentes © Reprodução, TV Globo
Pesquisas relacionam o uso do celular durante deslocamentos ao aumento do risco de acidentes
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Do ponto de vista psicológico, dois fenômenos vêm ganhando destaque: o FOMO (sigla em inglês para “medo de ficar de fora”) e a nomofobia, caracterizada pelo medo irracional de ficar sem o celular. Esse receio pode envolver desde eventos sociais até oportunidades profissionais ou vínculos afetivos. © AGNews, fabricio<Pioyani
Do ponto de vista psicológico, dois fenômenos vêm ganhando destaque: o FOMO (sigla em inglês para “medo de ficar de fora”) e a nomofobia, caracterizada pelo medo irracional de ficar sem o celular. Esse receio pode envolver desde eventos sociais até oportunidades profissionais ou vínculos afetivos.
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Esse impacto é considerado ainda mais preocupante entre adolescentes. Mais expostos aos efeitos do FOMO e da nomofobia, eles apresentam maior risco de desenvolver distúrbios do sono, crises de ansiedade e sintomas depressivos, o que reforça a importância de ações preventivas e educativas. © Reprodução, FreePik
Esse impacto é considerado ainda mais preocupante entre adolescentes. Mais expostos aos efeitos do FOMO e da nomofobia, eles apresentam maior risco de desenvolver distúrbios do sono, crises de ansiedade e sintomas depressivos, o que reforça a importância de ações preventivas e educativas.