Neste sábado (17), Michelle Obama completa 62 anos e segue sendo uma fonte poderosa de inspiração para mulheres que buscam mais segurança, autoestima e reposicionamento profissional.
Muito além do cargo de ex-primeira-dama dos Estados Unidos, ela se consolidou como referência de estilo, autenticidade e inteligência emocional, especialmente em um momento em que muita gente ainda se pergunta como se vestir para o trabalho após as mudanças trazidas pela pandemia.
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Depois da Covid-19, o visual profissional ficou mais informal e as antigas regras sobre “se vestir para o sucesso” simplesmente deixaram de ser claras. Esse novo cenário gerou dúvidas reais, principalmente para quem está desempregada, em transição de carreira ou tentando se recolocar no mercado.
É justamente nesse contexto que Michelle Obama compartilhou seus conselhos sobre imagem profissional. Em conversa recente com Tracee Ellis Ross sobre seu novo livro The Look, Michelle foi direta e honesta ao falar sobre moda e autoconfiança.
“Eu não escolho nada que não me faça sentir bem”, afirmou. “Nunca me visto apenas para seguir uma tendência. Uso roupas que me fazem sentir bonita. Esse é, provavelmente, o primeiro critério.”
Formada em Direito por Harvard, Michelle Obama construiu uma carreira sólida antes mesmo de chegar à Casa Branca. Atuou na área de direito do entretenimento no renomado escritório Sidley Austin, foi assessora do prefeito de Chicago e chegou ao cargo de reitora associada de assuntos estudantis da Universidade de Chicago.
Em 2008, tornou-se a 44ª primeira-dama dos Estados Unidos, ao lado do marido, o então presidente Barack Obama. Durante os oito anos sob os holofotes da política, ficou conhecida pelos chamados “vestidinhos de primeira-dama”, uma imagem que começou a ser deixada para trás em 2018, durante a divulgação de sua autobiografia Becoming. Naquele período, ela passou a circular pelo país usando calças e ternos sofisticados.
Já em 2022, ao divulgar The Light We Carry, Michelle contou que optou por roupas mais relaxadas e urbanas, com cabelo trançado, adequando o visual ao clima mais íntimo dos eventos menores. “Todas essas versões sou eu”, explicou. “Eu uso roupas que me permitem esquecer o que estou vestindo e simplesmente fazer o meu trabalho.”
Entre tantas lições, uma dica se destaca como essencial e acessível para qualquer mulher e que, provavelmente, a sua avó já fazia. Ajustar as roupas. Segundo Michelle, esse é o maior segredo para transformar qualquer visual.
“Uma coisa que aprendi é que vale muito a pena mandar ajustar as roupas”, afirmou. “Raramente alguém veste exatamente o tamanho da etiqueta.”
Ela revelou que fazia isso inclusive com vestidos de loja de departamento como a Target e peças da J.Crew, mostrando que não se trata de preço, mas de caimento. Ajustes simples feitos por costureiras de bairro podem deixar até as roupas mais baratas com aparência elegante e bem-acabada.
“Tudo isso faz diferença”, reforçou. “É isso que torna todos esses estilos acessíveis para mim, porque todos eles representam quem eu sou.”
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