A investigação envolvendo a morte da Barbie Humana, no mês passado, passa por uma reviravolta um dia após laudo indicar que a ex-namorada de Dudu Camargo perdeu vida de forma acidental. Famosa por suas quase três dezenas de intervenções cirúrgicas, Bárbara Jankasvski morreu na casa de um defensor público em 2 de novembro de 2025, onde passou quase 24h.
De acordo com a investigação, Barbie sofreu uma overdose por consumo de cocaína, mas a Justiça de São Paulo determinou que o caso deixe a Vara Criminal e passe para a Vara do Júri. Isso significa que há a suspeita de que tenha ocorrido um crime contra a influencer.
Para a família e o Ministério Público sinais como lesões em algumas partes do corpo de Bárbara - entre elas pernas e pescoço - apontam para essa possibilidade, segundo o g1. A Vara do Júri trata de crimes como os homicídios - vale lembrar que não significa, no cenário atual, que tenha havido assassinato.
Na época da morte da Barbie Humana, o defensor público proprietário da casa onde ela morreu disse ter contratado a famosa como garota de programa. Ele disse ainda que houve o consumo de drogas por parte de ambos e que depois notou que Bárbara não se movia.
O defensor contou ter ligado para o socorro e por quase 10 minutos fez massagem cardíaca sem sucesso. As marcas no corpo da influencer foram causadas por uma queda, na versão de uma amiga dela. Já o laudo oficial aponta para "choque cardiogênico decorrente de intoxicação exógena aguda".
Agora, um promotor e um juiz da Vara do Júri vão poder concordar com a investigação policial ou não, cabendo a possibilidade do caso ser investigado de novo. Por sua vez, a família da Barbie Humana por meio de seus advogados indicou preferência por ver a DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa) cuidando do caso.
Para a defesa, a quantidade de droga encontrada no organismo da influencer não seria capaz de matar a famosa. Além disso, indicam ausência do exame do corpo de delito nas três pessoas que passaram pela casa do defensor, e a não apreensão dos celulares, entre eles o de Bárbara.
Outro ponto levantado é que a investigação deixou de lado um possível recolhimento de material genético debaixo das unhas da famosa, o que poderia levar a hipótese de uma luta corporal envolvendo a famosa.