Expulso do "BBB 26" durante o carnaval, Edilson Capetinha vai encarar a Justiça mais uma vez. Acusado de dever pensão alimentícia, o ex-jogador da Seleção brasileira tem uma dívida trabalhista de R$ 13 milhões na Bahia, seu estado natal, e, por isso, é aguardado em audiência no dia 26 de março pela manhã no Tribunal Regional do Trabalho na capital, Salvador, cidade onde nasceu.
Segundo o UOL, existem 10 processos contra o ex-atacante, que recuou algumas vezes na decisão de deixar o "BBB 26". Dos R$ 13.222.121,81, a maioria absoluta (quase R$ 11.500 milhões) se refere a ações pendentes. Os demais R$ 1,8 milhões a oriundos de tributos. Saiba detalhes a seguir!
O processo envolve 10 empresas ligadas a Edilson; a Ed Dez Promoções e Produções Artísticas é uma delas, bem como o bloco de carnaval Broder. Inicialmente, quatro empresas haviam sido listadas, mas ao longo da investigação outras seis - todas registradas pelo ex-atacante do Corinthians e Flamengo - acabariam incluídas.
Na sequência, as firmas mostraram não ter patrimônio para quitação da dívida. Dessa forma, os sócios Edilson e Gleidson Falk Santiago Ferreira passaram a responder diretamente. Até o momento, 18 processos já foram finalizados envolvendo o pagamento de R$ 56 milhões, aproximadamente.
Essa comissão de advogados existe há uma década e, inicialmente, envolveu 28 processos. De 2016 para cá, alguns bens foram penhorados, inclusive uma mansão de R$ 3 milhões, e pessoas ligadas a Edilson também acabaram atingidas com a penhora.
Mais recentemente, o juiz Murilo Carvalho Sampaio Oliveira destacou a participação do ex-jogador no "BBB 26" e a chance do réu assinar contratos publicitários ainda mais visando a Copa do Mundo. Por sua vez, os advogados de acusação podem entrar com pedido de análise de bens para que a dívida seja paga.
E o que diz Edilson? A defesa citou problemas tanto financeiros quanto pessoais do ex-Corinthians e que, por isso, se afastou dos negócios. Os advogados reconheceram os processos e o montante milionário da dívida, que Edilson atualmente não é mais proprietário de "patrimônio relevante", que sua renda caiu com a aposentadoria, e que ele busca uma solução para concluir o processo.