“A Fazenda 17” estreia em setembro e os primeiros nomes começam a ventilar na mídia. De acordo com o Portal Leo Dias, Rayane Figliuzzi, a atual namorada do cantor Belo, está confirmadíssima na nova temporada.
A confirmação de Rayane dá fim a uma suposta exigência da Record na temporada passada: a emissora queria evitar participantes com antecedentes criminais. A modelo, em 2021, foi presa acusada de estelionato.
A decisão da emissora teria acontecido após o policial Fellipe Villas, participante do reality show “A Grande Conquista”, ser expulso do programa por ter infringido normas militares. Ele entrou no confinamento sem autorização formal e não retornou de férias, com isso, passou um mês na cadeia.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, a Record exigiu novos documentos dos participantes de "A Fazenda 16". Entre eles, atestados trabalhista, criminal e cível, antecedentes criminais e certidões federais. O objetivo era evitar que participantes sejam retirados da casa por ações nessas esferas. Na época, a emissora negou a informação e disse que “os documentos solicitados são os mesmos das últimas edições”.
Rayane foi presa por estelionato por conta do envolvimento na quadrilha de Alexandre Navarro Junior, o Juninho, um dos líderes de um movimento conhecido como "golpe do motoboy". Os dois eram noivos na época.
As vítimas, idosos em sua maioria, recebiam ligações dos bandidos, que alegavam ser atendentes de banco e informavam que as vítimas tiveram os cartões clonados. Eles pediam a senha e enviavam um motoboy para buscar o cartão para cancelamento. Com os dados, os criminosos faziam diversas transações financeiras. Segundo denúncia do Ministério Público de Santa Catarina, Rayane emprestava a própria maquininha de cartão nos golpes e, depois, transferia o dinheiro.
Rayane conseguiu converter a prisão em domiciliar por ter um filho pequeno, mas não se livrou das sanções da Justiça. Ela tinha que se apresentar mensalmente, foi proibida de manter contato com os outros investigados e não podia sair do Rio de Janeiro sem autorização por mais de oito dias.