A reprise de 'Avenida Brasil' no Vale a Pena Ver de Novo reacende a memória de um dos maiores fenômenos da teledramaturgia brasileira, e não é só por se tratar do último grande sucesso da Globo até então.
Escrita por João Emanuel Carneiro, a novela marcou época com personagens fortes, reviravoltas impactantes e, principalmente, diálogos afiados que viraram bordões repetidos e frases de efeito até hoje.
Mais do que simples frases, esses bordões ajudam a explicar por que 'Avenida Brasil' se tornou um fenômeno. Eles traduzem a essência dos personagens e mostram a força de um texto bem construído, aliado a interpretações marcantes.
Grande parte nasceu dos confrontos entre Nina e Carminha, vividas por Débora Falabella e Adriana Esteves. As duas protagonizaram embates memoráveis, cheios de ironia, deboche e tensão.
Algumas dessas expressões já foram revisitadas na nova exibição, mas a maioria ainda vai mexer com você. Acompanhe!
- “Reza pra você não ter que apelar pro expediente, minha filha, porque com essa secura que Deus te deu, você ia passar fome” – Carminha sobre o corpo de Nina
- “Quem trabalha de verdade tem sono. Rico é que tem insônia” – Nina para Carminha
- “A gente precisa comer um saco de sal com a pessoa pra saber como ela é” – Carminha sobre Nina
- “Minha filha, que futuro você vai ter se não estudar? Modelo, atriz, bailarina, carreira artística pra você nem pensar! Casar bem pra você também vai ser difícil. Tem que ser inteligente” – Carminha para Ágatha
- “Ela que vá fritar ovo na labareda do inferno!” – Carminha
- “Quem pode, pode. E quem não pode, fica secando a vida alheia” – Nina
- “A vida é uma guerra: é você ou é ela” – Carminha
- “Esses anos de rica não melhoraram em nada o seu gosto, hein, Carminha. Continua aquela cafonuda que eu conheci lá atrás de pochetinha e conjuntinho jeans” – Nina
- “A partir de agora, você vai me chamar de ‘senhora’” – Nina
- “Pega uma sacolinha de plástico. Pobre sempre tá carregando uma sacolinha” – Carminha para Max
- “Promete uma coisa, Max. Se eu for baleada, tira o boné? Era só o que me faltava, morrer e ainda aparecer na capa dos jornais de boné” – Carminha
- “Eu achava que gente feito você não tinha pai nem mãe, que nascia tipo geração espontânea” – Nina
- "Agora eu sou a madame e você é minha empregadinha" – Nina
- "A culpa é da Rrrrrrita" – Carminha
- "Me sirva, vadia" – Nina