Virgínia Fonseca e Zé Felipe anunciaram o fim do casamento há exatamente um mês, mas novos detalhes sobre os bastidores do término não param de surgir. Segundo a colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o casal se separou após diversas tensões familiares e conflitos internos.
Fontes da jornalista afirmam que Zé decidiu terminar a relação após diversos desentendimentos, muitos deles causados pela pressão de sua família, principalmente do pai, Leonardo. O sertanejo, de acordo com a publicação, nunca aprovou completamente o relacionamento e ficava incomodado com o estilo de vida da nora, especialmente, quando ela levava um grupo grande de amigos para passar temporadas em sua fazenda.
Duas situações de repercussão nacional causaram ainda mais desgaste. A primeira delas foi o depoimento de Virgínia na CPI das Bets. A família de Zé teria ficado bastante irritada com a exposição pública. A outra foi o anúncio da influencer como rainha de bateria da Grande Rio no Carnaval 2026.
A colunista aponta que este foi o verdadeiro estopim para a separação. Zé teria sido contra a mulher se tornar rainha de bateria e os pais também reprovaram a ideia.
Em nota enviada à imprensa, a Mãe Analu Portugal, que se apresenta como “a sacerdotisa de Kimbanda”, afirma que três fãs a procuraram para pedir um trabalho espiritual de reconciliação de Virgínia e Zé.
O pedido, no entanto, foi recusado. A sacerdotisa, que atua há 35 anos, justifica que tem compromisso com o livre-arbítrio e não pode ferir o que chamou de “princípios éticos da espiritualidade”. Ela reforçou que não se envolve em demandas que possam violar as escolhas pessoais dos envolvidos.
"Fui procurada, sim, por três fãs do casal, que me pediram para realizar um trabalho para que eles voltassem. Mas na minha verdade, não fiz e não vou fazer. Cada pessoa tem o direito de decidir com quem quer estar ou se separar. A espiritualidade existe para orientar e amparar, jamais para interferir no sentimento e na vontade alheia", explicou Mãe Analu.