Simaria voltou a esquentar a temperatura na web na manhã desta sexta-feira (22). A cantora, que tem sido acusada de rejeitar um irmão catador, exibiu o corpão com um body justo preto e uma hot pants em vinil.
“Bom dia, família! Sextou, energia lá em cima! ‘Bora’ animar o negócio, que o final de semana tá só começando…”, escreveu Simaria no X, antigo Twitter.
A nova postagem vai ao ar poucos dias depois de a cantora publicar uma foto completamente nua, apenas com cabelo e a mão tapando as partes íntimas. Ela deletou a imagem minutos depois e a assessoria preferiu não comentar o assunto.
Os internautas do X, além de muitos elogios, cobraram que a cantora volte a postar a imagem sem roupa. “E aquela do Instagram, vai postar de novo?”, perguntou um seguidor. “Espetáculo de mulher”, enalteceu um fã. “Aquela foto que vi no Instagram estava melhor”, brincou um perfil. “Aquela foto em frente ao espelho foi demais!”, reforçou outro rapaz.
Simaria foi alvo de rumores de que havia entrado para plataformas de conteúdos sensuais, como Privacy e OnlyFans. No entanto, ela foi alvo de uma prática criminosa. Tudo começou quando um grupo de conteúdos da cantora na rede social Telegram foi banido e o motivo seria a veiculação de pornografia.
Segundo informações da colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, quem entrava no grupo, que já existia há anos, se deparava com a seguinte mensagem: "Este canal não pode ser exibido porque foi usado para divulgar conteúdo pornográfico".
O grupo não era oficial. A página era alimentada com os conteúdos sensuais que eram postados nas redes sociais de Simaria. A informação foi confirmada pela assessoria da artista.
Logo em sequência, a cantora foi vítima de fotos nuas criadas com inteligência artificial. Ainda segundo Fábia, o caso foi denunciado à polícia responsável por combater crimes cibernéticos.
Vale lembrar que vazar e/ou compartilhar fotos ou vídeos íntimos sem consentimento das pessoas que aparecem nos registros é crime. A exposição contra Simaria também configura uma prática criminosa: a lei 13.772/2018 prevê pena para montagens em foto, vídeo, áudio ou qualquer outro registro com o fim de incluir pessoa em cena de nudez ou com teor sexual. O responsável pode pegar de 1 a 5 anos de prisão.