Zezé Di Camargo dividiu com os fãs um momento afetivo da filha, Clara, de 1 ano. O cantor, que viveu uma polêmica com o SBT no final do ano passado, publicou imagens da caçula interagindo com fotos dos irmãos mais velhos: Wanessa, Camilla e Igor.
O que mais chamou a atenção foi a reação da pequena Clara diante da foto do único irmão. Para a surpresa de Zezé e Graciele, ela deu um beijo no porta-retrato de Igor. “Oh, beijou. Quem é?”, perguntou a mãe. “É o maninho! Você deu beijo nele?”, comentou o sertanejo (+ confira o vídeo na galeria acima).
Igor e Zezé se afastaram depois da polêmica do perfil fake, que teve Graciele e a arquiteta Amabylle Eiroa, nora do sertanejo, no centro. Pai e filho também romperam a relação profissional após o escândalo ir parar na Justiça.
Amabylle está grávida do primeiro filho, o quinto neto de Zezé, e se encaminha para a reta final da gestação. Até o momento, não há informações se Igor conheceu a irmã caçula.
Graciele foi acusada de manter um perfil fake no Instagram para atacar a família Camargo. A página, que se apresentava como "Priscila Dantas", disparava comentários ácidos sobre Zilu Godoi, Amabylle e Wanessa, que chegou a ser acusada de trair Marcus Buaiz com Dado Dolabella pela pessoa por trás do celular.
Depois do vazamento de um vídeo onde era possível ver o perfil logado no celular dela, Graciele confessou que criou a página fake para se defender dos ataques que sofria na web, mas argumenta que várias pessoas de sua equipe tinham acesso e que não foi ela quem disparou as ofensas contra os familiares do marido.
Segundo informações da revista Quem, Igor e Amabylle foram condenados a pagar R$ 270 mil após Graciele perder um contrato de trabalho, estimado em R$ 570 mil, devido à polêmica. O casal também terá que desembolsar R$ 15 mil de danos morais.
O casal também teve uma vitória na Justiça em 2024 e Amabylle e Igor, que trouxeram o caso ao público, conseguiram derrubar a medida cautelar que os proibia de citar o nome de Graciele e de falar sobre a acusação do perfil fake. Segundo o jornal Extra, o Ministério Público diz que não houve crime e concluiu que a arquiteta estava apenas se defendendo.