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Protetor solar no inverno: especialista relata importância e quantidade ideal

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Quem pensa que não precisa utilizar protetor solar durante as estações frias do ano está enganado. A aplicação do produto é essencial durante os 365 dias, mas é feita de uma maneira diferente. No inverno, a preocupação deve ser com os raios solares UVA, que tem quantidade constante independente da época. Em entrevista para o Purepeople, Corina Cunha ensina como passar o protetor

Protetor solar no inverno? Sim! Mesmo com os dias mais nublados e com as temperaturas mais baixas, a utilização do produto é essencial assim como a aplicação do hidratante na preparação da pele para a make e, principalmente, para quem tem o corpo repleto de sardas. Em conversa com o Purepeople, a farmacêutica com especialização em Cosmetologia, Corina Cunha, revela qual a quantidade necessária a cada retoque e esclarece a importância do filtro mesmo durante as épocas mais frias: "A concentração de UVA durante o ano todo é constante em todas as estações. Isso faz com que a gente precise cuidar da proteção solar em estações que não são tão quentes."

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Proteção no inverno: 'Alta proteção UVA e UVB'

Diferentemente dos cuidados com o cabelo para a estação, a preocupação com a pele muda de acordo com a atividade que será feita. "O filtro solar precisa ter uma alta proteção UVA e UVB e um FPS 30 é suficiente, sendo aplicado na quantidade correta e duas vezes ao dia. Mas essa quantidade só é válida caso a pessoa não vá transpirar muito como em práticas de esporte", aponta a especialista ao ensinar como funciona os fatores de proteção solar: "O FPS do filtro diz respeito à proteção UVB, já a proteção de UVA é, no mínimo, um terço da proteção do UVB. Ou seja, quando o FPS é 90, o FPUVA deve ser 30."

Como usar: 'Em um rosto feminino, a quantidade deve ser de 1g'

Apesar de já existirem roupas com tecnologias contra os raios UV, o filtro precisa ser usado e da maneira correta. "Os testes que comprovam o fator de proteção solar tanto UVA quanto UVB são feitos com o padrão de aplicação é de 2mg por centímetro quadrado de pele", comenta Corina ao exemplificar: "Em um rosto feminino, a quantidade deve ser de 1g e, no masculino, 1,5g que é equivalente a uma bola do tamanho de uma moeda de um real. Caso não usem a medida necessária, um FPS mais alto auxilia o equilíbrio dessa proteção." Já o número de vezes que deve ser retocado por dia é relativo: "Varia bastante de acordo com o protetor solar. Existem filtros que apresentam em sua formação agentes formadores de filme, que aumenta a permanência e a aderência do produto na pele. Existem alguns que permanecem na pele até 8 horas."

O perigo do UVA: 'Não causa vermelhidão e ardência'

Existem vários tipos de raios solares, mas só alguns conseguem atravessar a camada de ozônio. "No total, 90% dos raios UVB são bloqueados e 10% atravessam. Já o UVA consegue atravessar em 90% e apenas 10% ficam retidos", explica a especialista ao acrescentar: "Diferentemente do UVA, a concentração de UVB varia de acordo com o horário e com as estações, ficando mais alta no verão e menor no inverno." Antigamente, a maioria dos produtos eram feitos para proteger do raio UVB, ignorando o UVA, aumentando os riscos. "Só se percebe o dano e o sintoma quando já está em estágio avançado", desenvolve a profissional ao orientar: "A UVA penetra mais a pele e está dentro até dos ambientes fechados, já que é a única que atravessa o vidro, causando efeitos progressivos e tardios. Ela é um perigo silencioso porque não causa vermelhidão e ardência imediatas. Ela vai penetrando mais profundamente e causa bronzeamento, danifica o DNA celular."

(Com apuração de Carol Borges e texto por Fernanda Casagrande)

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