Ela fez sucesso em 'Mulher-Maravilha' e 'Carrie - A Estranha', mas deixou a carreira de atriz para trabalhar como doula da morte: hoje aos 37 anos, estrela de Hollywood acompanha pessoas no fim da vida
Publicado em 17 de outubro de 2026 às 21:56
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Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
Deixar o glamour de Hollywood e os grandes sucessos de bilheteria para trás parece uma decisão drástica, mas foi exatamente o caminho escolhido por uma famosa atriz britânica que brilhou em 'Carrie - A estranha'
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Existem muitos casos de atores e atrizes de sucesso que deixam tudo para trilhar outras carreiras. E foi exatamente o que aconteceu com Gabriella Wilde, atriz britânica que participou de filmes como 'Carrie - A Estranha' (2013) e 'Mulher-Maravilha 1984', além da série 'Doctor Who', que optou por deixar o glamour e a fama de lado.

Atualmente com 37 anos, Gabriella Wilde decidiu colocar a atuação em segundo plano para se dedicar a uma atividade pouco conhecida pelo grande público: o trabalho como doula da morte, profissional que oferece apoio emocional a pessoas que estão no fim da vida, além de seus familiares.

Em entrevista ao programa 'The Morning', Gabriella contou que o interesse pelo tema surgiu durante uma formação em psicoterapia. A partir dos estudos, ela começou a refletir sobre a maneira como as pessoas lidam com o luto e com a própria mortalidade.

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"Tudo começou quando iniciei uma formação em psicoterapia. Rapidamente, passei a me interessar pela nossa relação com o luto e, consequentemente, com a própria mortalidade. E logo percebi o quão pouco falamos sobre esse assunto", relatou a atriz.

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O que faz uma doula da morte?

Diferentemente dos profissionais de saúde responsáveis pelos cuidados médicos, a doula da morte oferece acompanhamento e acolhimento durante o processo de morrer. O trabalho pode envolver tanto a pessoa que está no fim da vida quanto seus familiares, respeitando as necessidades de cada um nesse período.

"Ao realizar esse trabalho, notei que ele não apenas transformou minha compreensão sobre a morte, o processo de morrer e o luto, mas também mudou a minha relação com a minha própria vida - a forma como vivo. Foi algo que realmente me transformou", contou Gabriella Wilde.

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Atriz descobriu que estar presente pode fazer a diferença

No início de sua nova carreira, Gabriella admitiu ter sentido uma espécie de síndrome do impostor, uma sensação de não estar suficientemente preparada para exercer aquela função. Com o tempo, porém, entendeu que uma parte essencial do trabalho consiste em oferecer presença e apoio às pessoas.

"Acho que aprendi muito rápido que tudo se resume a estar lá e marcar presença. Há um processo em curso sobre o qual ninguém tem controle real; trata-se apenas de oferecer um apoio calmo e gentil à família ou à pessoa, e isso pode ser algo tão simples quanto estar presente e segurar a mão de alguém para que essa pessoa não se sinta sozinha", disse.

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