Adriana Esteves virou assunto nas redes sociais nesta terça-feira (07) e não foi pelas maldades da personagem Carminha, de “Avenida Brasil”, exibida novamente no “Vale a Pena Ver de Novo”. Uma internauta identificada como Gizele Abrantes afirma que recebeu uma ajuda da atriz enquanto caminhava com sua filha de colo em um aeroporto.
“Hoje, viajando sozinha com a Isabela, na correria da esteira, com mala, mochila e bebê no colo, uma mulher se aproximou e disse: 'Posso te ajudar? Eu sei que nem todo mundo gosta, mas estou vendo você sozinha'. Era a Adriana Esteves”, afirma a internauta.
A mãe destacou o carinho e a gentileza de Adriana durante o ato, que foi presenciado pelo esposo, Vladimir Brichta. “Com toda delicadeza, me ajudou com o carrinho, com um cuidado tão genuíno. Ao lado, o Vladimir Brichta, paciente, esperando com um sorriso.”
A internauta afirma não ter feito registros, mas enalteceu a atitude da artista, que será vista na terceira temporada de "Os Outros" nesta quinta-feira (09). "Não tirei foto, mas ficou algo muito maior que isso. Num mundo em que as pessoas têm tanto receio de serem abordadas, ela escolheu parar, olhar e ajudar. Às vezes, é de onde a gente menos espera que vem o acolhimento", encerrou.
Adriana não deve acompanhar a repercussão de sua boa ação, já que escolheu se manter afastada das redes sociais e não tem conta em nenhuma plataforma. Em entrevista ao podcast "Novela das 9", do Gshow, a atriz, que deve reprisar a personagem Carminha na sequência de "Avenida Brasil", explicou que a decisão é uma forma de se proteger.
"Eu não sinto necessidade. Gosto muito da internet, do acesso que a gente tem a tudo, até do acesso que você tem a algumas redes sociais que não são fechadas. Mas eu não gostaria de entrar nela, eu tenho muito receio de me escravizar", disse Adriana.
Adriana, no entanto, confessa que momentos de cunho político e social do Brasil já a fizeram considerar abrir uma conta. "Passou pela minha cabeça em situações importantes do nosso país abrir um Instagram, só pra fazer coro e ajudar com o que eu não quero, com o que eu não acredito... Pra gente tirar o que a gente não quer", definiu.