'Depressão me jogou no fundo do poço': hoje aos 87 anos, Costanza Pascolato já cogitou atitude extrema ao enfrentar grave problema de saúde mental; peça de grife foi determinante para impedir tragédia: 'A cena ficaria horrível
Publicado em 19 de setembro de 2026 às 09:03
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Costanza Pascolato revela capítulo doloroso de sua vida. Superando câncer e perdas, a empresária de 87 anos confessa ter chegado ao fundo do poço com a depressão, cogitando um ato extremo
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Ícone da moda, a empresária Costanza Pascolato completa 87 anos neste sábado (19). Italiana de Siena e vivendo no Brasil desde os 5 anos, a consultora venceu duas vezes o câncer, retirando um tumor nos seios em 1993 e um segundo, duas décadas mais tarde, em 2013.

Deserdada pelo pai após encerrar o primeiro casamento, com o banqueiro Robert Blocker, perdeu por quatro anos a guarda das filhas, Consuelo e Alessandra. Nesse período, a mãe, Gabriella Pallavicini, cortou relações com ela e Costanza engatou relacionamento com o marquês Giulio Cattaneo della Volta: eles ficaram juntos de 1975 e 1990, ano da morte dele, vítima de infarto, nos braços dela.

Alerta gatilho: Se você perceber que está extremamente sobrecarregado, ansioso, depressivo ou pensando em se machucar, procure seu médico, psicólogo ou familiar e não esqueça do CVV - Centro de Valorização da Vida (ligue 188).

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Um pouco antes da tragédia, uma grave depressão atingiu Costanza, que por pouco não tomou uma atitude extrema contra si mesma. O ato só não foi levado adiante porque a "papisa da moda", título dado pela jornalista Joyce Pascowitch, refletiu a respeito da peça de grife que usava no momento.

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'Depressão me jogou no fundo do poço'

Autora da biografia "A Elegância do Agora", lançada em setembro de 2019, classificou o momento de abalo da saúde mental como "um dos piores episódios da minha vida. Horrível". "Sempre reagi e batalhei contra as coisas, como uma guerreira, mas eu simplesmente não conseguia. A depressão me jogou no fundo do poço", afirmou Costanza ao jornal "O Globo".

"Era impossível sentir algo além daquela dor profunda. Isso aconteceu na década de 1980 depois que Consuelo decidiu morar nos Estados Unidos. Cheguei a pensar em suicídio. Subi na janela do meu quarto, no alto do prédio, e cogitei pular. Mas vi que estava de branco e desisti. A cena ficaria horrível. O terno Armani me salvou dessa enorme burrada que eu iria fazer", acrescentou a empresária, que passou por redações de revistas como "Vogue" e jornais - entre eles, a "Folha de S.Paulo"

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