‘Existe um impacto psicológico significativo': médica especialista faz alerta sobre diagnóstico de Virgínia Fonseca e aponta a importância da avaliação precoce
Publicado em 24 de abril de 2026 às 08:56
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Virgínia Fonseca revelou, nesta quarta-feira (22), que voltou a tratar alopecia areata. Trata-se de uma doença autoimune inflamatória que causa a queda repentina de cabelo.
Veja + após o anúncio

Virgínia Fonseca revelou, nesta quarta-feira (22), que voltou a tratar alopecia areata. Trata-se de uma doença autoimune inflamatória que causa a queda repentina de cabelo e forma placas arredondadas e lisas, conhecidas popularmente como “peladas”.

"Apareceu uma alopecia em mim, gente, de novo... Na época da base da WePink surgiram três, tratei e ficou tudo certo. Agora, com essa, vou tratar e vai dar tudo certo também, se Deus quiser", revelou Virgínia, enquanto realizava tratamento com seu dermatologista.

Segundo a Dra. Fernanda Nichelle, médica especialista em estética, a alopecia areata é caracterizada por falhas circulares no couro cabeludo, resultado de uma resposta autoimune em que o sistema imunológico ataca os folículos capilares.

Veja + após o anúncio

A doutora alerta que, além do tratamento para evitar a queda de cabelo, também é importante acompanhar os efeitos que a doença causa no psicológico dos pacientes. “A alopecia areata é uma doença autoimune em que o próprio organismo passa a atacar os folículos capilares. Isso pode levar à queda em áreas específicas ou até de forma mais extensa, dependendo do caso. Não é apenas uma questão de cabelo, existe um impacto psicológico significativo que precisa ser acolhido”, pontuou.

Veja também
Treinar pode causar crises de enxaqueca? Médico tira dúvidas após Virgínia revelar mudanças em exercícios devido ao diagnóstico: ‘Priorizar regularidade em vez de intensidade’
EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE ALOPECIA!

Segundo a médica, existem diferentes tipos de alopecia. Além da forma crônica, em que o organismo mantém esse padrão de queda contínua, a mais comum é a alopecia androgenética, que está associada a fatores genéticos e hormonais. Nas mulheres, ganhou o nome popular de calvície feminina.

Também existe a alopecia de tração. “Ela geralmente está relacionada à tensão repetitiva causada por penteados muito apertados. Esse quadro pode levar ao aumento da testa e ao comprometimento da linha capilar”, explica a doutora.

Veja + após o anúncio

No eflúvio telógeno, há uma queda capilar temporária, decorrente de um evento gatilho, como pós-parto, cirurgias, infecções, febre alta, internações, dietas restritivas ou perda de peso rápida. “Esse tipo ocorre quando há uma queda significativa dos fios após alterações hormonais”, completa.

Atualmente, o tratamento existe graças a terapias, que estimulam o crescimento dos fios e, assim, estabilizam o quadro. “O mais importante é buscar avaliação precoce e seguir um plano individualizado, respeitando as características de cada paciente.”

Sobre
Últimas Notícias
Últimas Notícias
Tendências
Todos os famosos
Top notícias da semana