Dick Van Dyke, 100 anos, liga falta de sentimentos ruins à longa vida: 'Sempre achei que a raiva é algo que corrói o interior de uma pessoa'
Publicado em 26 de maio de 2026 às 14:02
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Aos 100 anos, um ícone do cinema revela o que o mantém tão vibrante e otimista. Descubra qual o segredo por trás de sua longevidade e prepare-se para se inspirar
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Dick Van Dyke, um dos maiores astros do cinema americano, completou 100 anos em dezembro de 2025. Ao longo de mais de 70 anos de carreira, o ator, dançarino e cantor empilhou prêmios (Grammy, Emmy e Globo de Ouro) e papéis marcantes na sétima arte - o Mr. Dawes Sr. do clássico "Mary Poppins", de 1964 - deixando mais recentemente no ar a pergunta: "qual o segredo de tamanha longevidade"?

Na opinião de Dick Van Dyke, a ausência de sentimentos ruins é uma explicação. "Nunca consegui realmente sentir ódio. Sabe, existem coisas de que não gosto, pessoas de quem não gosto e de quem discordo, mas nunca consegui sentir um ódio avassalador", declarou à "People" no mês anterior à celebração do seu século de vida.

"Sempre achei que a raiva é algo que corrói o interior de uma pessoa – e o ódio também", apontou o veterano, lembrando do pai, morto aos 73 anos. "Ele estava constantemente perturbado com a situação da sua vida", definiu.

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Embora se classifique como uma pessoa "muito preguiçosa", Dick Van Dyke se definiu como alguém que às vezes possui mais energia do que os demais. "Nunca acordo de mau humor", prosseguiu, acrescentando sobre o modo de ser de bem com a vida.

"Simplesmente acho que nasci com uma perspectiva mais otimista", declarou. E após testemunhar duas guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945), o ataque às Torres Gêmeas no World Trade Center (2001), o surgimento da internet e dos celulares, entre inúmeros fatos históricos e diversos confrontos entre países, o artista teme a morte?

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De jeito algum. "Por algum motivo, não tenho medo da morte. Não sei explicar, mas não tenho. Tive uma vida tão maravilhosa, plena e emocionante... Não posso reclamar", concluiu o facetário artista.

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