Recém-lançado no catálogo da Netflix, "Ela Escolhe Perdoar" é daquelas histórias que, embora fiquem meio escondidas na plataforma, merecem mais atenção.
Criado e dirigido por Rob Diamond – nome por trás de títulos cristãos, que costumam ter uma mensagem ou lição de moral como pano de fundo –, o longa é uma produção independente que, como seu nome entrega, fala essencialmente sobre resiliência e perdão.
Embora trate de temas já bastante debatidos no cinema e na TV, como o bullying e a depressão, o filme explora essas questões com um olhar bastante sensível e que tem tudo para emocionar quem está em busca de uma história inspiradora.
Protagonizada por Scarlett Diamond, que já apareceu em outras produções do diretor como "Vidas que se Encontram" (2020) e "Um Anjo em Nossas Vidas" (2020), "Ela Escolhe Perdoar" conta a história de Annie, uma garotinha de nove anos com paralisia cerebral.
Tendo que andar com muletas devido a sua condição e com dificuldade para se enturmar com seus colegas de escola, Annie vê seu mundo todo mudar quando conhece Jordan, uma novata que se torna sua melhor amiga e enfrenta as provocações dos colegas ao seu lado.
Conforme os anos passam, a amizade de Annie e Jordan se consolida, mas ao chegarem no Ensino Médio tudo parece mudar. Mexida pela busca por popularidade e as mudanças que acontecem durante essa fase, Jordan começa a se afastar de Annie, que não consegue mais suportar tanto sofrimento.
Além de Scarlett Diamond no papel da pequena protagonista, o longa-metragem conta ainda com Mia Hansen em sua versão jovem e Ryann Bailey como Jordan, a melhor amiga de Annie.
Com menos de 112 minutos de duração, “Ela Escolhe Perdoar” tem uma nota de 6,2/10 no IMDb e pode apresentar gatilhos emocionais para algumas pessoas. Além do próprio bullying, o filme toca em assuntos como capacitismo, solidão e exclusão social.