Quem vê os irmãos Russo causando frisson com filmes de super-heróis e ação como “Vingadores: Ultimato” (2019), “Agente Oculto” (2022) e o aguardado “Vingadores: Doutor Destino” (2026) nem imagina que sua filmografia também inclui uma comédia romântica.
E não uma comédia romântica qualquer, mas uma dessas produções perfeitas para um dia frio, em que só queremos dar boas risadas no conforto do sofá da sala.
Estamos falando de “Dois é Bom, Três é Demais”, longa-metragem estrelado por Owen Wilson (“Zoolander”), Kate Hudson (“Quase Famosos”) e Matt Dillon (“Vidas sem Rumo”). Disponível no catálogo da Netflix, o filme tem tudo para arrancar boas gargalhadas dos espectadores.
Lançado em 2006, “Dois é Bom, Três é Demais” conta a história de Carl e Molly Peterson (Dillon e Hudson), um casal recém-casado que vê sua vida mudar completamente quando Randy Dupree (Wilson), padrinho e melhor amigo de Carl, perde o emprego e fica sem lugar para morar.
Compadecido da situação de Randy, Carl convence Molly a aceitar o amigo como hóspede temporário.
No entanto, os dias passam e Dupree não encontra um novo emprego. Com seus hábitos e seu jeito sem noção, ele se torna um incômodo, enquanto Carl e Molly veem sua casa e sua rotina virarem de pernas para o ar.
Além do trio de protagonistas, o filme conta com Michael Douglas (“Instinto Selvagem”) no papel de Bob Thompson, pai de Molly, que não gosta de Carl e não perde uma oportunidade de diminuir o genro.
Seth Rogen (“O Estúdio”), Amanda Detmer (“Mulher Infernal”) e Todd Stashwick (“Os 12 Macacos”) também integram o elenco.
Para os cinéfilos de plantão, o longa ainda guarda referências a outros filmes, como “A Princesa e o Plebeu” (1953), “Último Tango em Paris” (1972) e “Os Bons Companheiros” (1990).
É mais um detalhe para prestar atenção enquanto Dupree testa, a cada cena, a paciência dos recém-casados e mostra como uma visita temporária pode render tanta confusão.