Internado com suspeita de intoxicação por etanol, o rapper Hungria foi transferido para a UTI do Hospital DF Star, em Brasília, nesta tarde de quinta-feira (2). O estado de saúde do cantor em detalhes não foi divulgado pela equipe médica da unidade de saúde na capital federal.
A informação é da colunista Fabia Oliveira, do "Metrópoles". Dados da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, onde foram registradas as primeiras ocorrências, uma morte foi confirmada em dez casos que testaram positivo; outros 27 eram investigados, incluindo cinco óbitos. Algumas vítimas perderam a visão por conta da adulteração.
Quando ingerido, o metanol atinge o fígado, o nervo óptico e o cérebro e pode levar ao comprometimento dos rins e pulmões, além do estado de coma.
Através de nota oficial, a assessoria do rapper Hungria Hip Hop, nome artístico de Gustavo Hungria, informou: "O cantor Hungria permanece em acompanhamento médico no Hospital DF Star, em Brasília. Por precaução, ele será submetido a sessões de hemodiálise e já está recebendo tratamento adequado com etanol, conforme indicação médica".
A equipe do rapper falou ainda em "quadro de cefaleia, náuseas, vômitos, turvação visual e acidose metabólica" que levaram à internação.
Nascido em Ceilândia em 26 de maio de 1991, Hungria se projetou em 2007 através de músicas como "Bens Materiais" e "Temporal", além de "Insônia" e "O Playboy Rodou". O primeiro álbum de estúdio viria dois anos depois e o mais recente, em 2020.
O sucesso levou o rapper a turnês no exterior, pelo Japão, EUA e Europa, onde esteve em 2024, ano de seu show no Lollapalooza. Há seis anos, se envolveu em polêmica por conta de festa com a presença de jogadores da seleção brasileira na capital federal na madrugada do dia 6 de junho.
Na época, o portal "Metrópoles" informara que a comemoração que reuniu Gabriel Jesus havia começado de tarde com um churrasco e se espichado até a manhã seguinte, atingido o ápice na madrugada.