Exatos 95 dias após a morte de Isabel Veloso - que faleceu em 10 de janeiro de 2026, aos 19 anos, vítima de complicações de um linfoma de Hodgkin -, o viúvo da influenciadora, Lucas Borbas, surpreendeu ao assumir publicamente um novo relacionamento. A decisão, compartilhada nas redes sociais ao lado do filho do casal, Arthur, rapidamente ganhou repercussão e provocou reações dentro da própria família da jovem.
Entre os que se manifestaram está o pai de Isabel, Joelson Veloso, e, mais recentemente, a irmã por parte de mãe, Priscila Kiekow, que usou as redes sociais nesta quinta-feira (16) para publicar um desabafo contundente e cheio de indiretas!
O posicionamento veio à tona após viralizar um vídeo antigo em que Lucas, durante participação em um podcast, afirma que não iniciaria um novo relacionamento caso Isabel morresse. Na época, ele chegou a dizer que ouvir esse tipo de comentário era doloroso. Agora, diante da nova fase do ex-cunhado, Priscila não poupou palavras.
“Sabe o que dói de verdade? Não é o fato de seguir em frente… A vida continua, e isso a gente entende. O que dói, para nós enquanto família, é ver atitudes que distorcem o significado de ‘honrar’”, escreveu.
A declaração dialoga diretamente com o discurso recente de Lucas. Mais cedo, o influenciador havia usado as redes para rebater críticas sobre o tempo do luto e justificar o novo romance. “Muita gente está me julgando porque se passaram três meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro?”, questionou.
No mesmo texto, ele detalhou o período em que acompanhou a doença da esposa e reforçou que já vivia o luto antes da morte. “Eu vivi a dor da perda antes mesmo do último adeus. […] Eu honrei minha esposa do começo ao fim”, afirmou, citando ainda promessas feitas a Isabel nos últimos momentos de vida, incluindo o pedido para que ele seguisse em frente e fosse feliz ao lado do filho.
Indignada, Priscila aprofundou a crítica ao que considera uma exposição inadequada da memória da irmã. “Honrar não é transformar memória em oportunidade. Não é usar o nome de quem partiu como recurso. Não é buscar retorno onde deveria existir respeito”, disparou.
Ela ainda foi além: “Existe uma diferença gritante entre manter viva a memória com amor e utilizá-la como fonte de benefício próprio”. Por fim, resumiu o sentimento da família em uma frase direta: “Isso é difícil de engolir”.