Kate Middleton e Príncipe William marcaram presença na cerimônia do BAFTA 2026, premiação de cinema considerada o Oscar britânico. Foi o retorno da princesa ao tapete vermelho do evento após ficar dois anos fora devido ao tratamento contra o câncer. No entanto, o que era para ser uma noite de glamour, também foi palco de um momento constrangedor.
Kate e William foram os últimos a circularem no tapete vermelho, que foi fechado especialmente para o casal real. Segundo a revista People, uma pessoa no recinto perguntou: "A monarquia está em perigo?".
A publicação não informa se o responsável pela pergunta foi um profissional da imprensa ou um popular que acompanhava o tapete vermelho. O casal preferiu ignorar a questão e se limitou a falar de cinema.
O motivo da pergunta é o envolvimento de Andrew Mountbatten-Windsor, o ex-príncipe, com o pedófilo Jeffrey Epstein. No último dia 19, ele foi detido e passou 12 horas na delegacia de Aylsham, em Norfolk, sob a suspeita de má conduta em exercício de cargo público.
Apesar do silêncio no BAFTA, Kate e William já se pronunciaram publicamente sobre o tópico, tamanha a pressão popular. No último dia 09, o Palácio de Kensington soltou uma nota em nome dos futuros rei e rainha.
“Posso confirmar que o Príncipe e a Princesa de Gales ficaram profundamente preocupados com as revelações contínuas [do caso Epstein]”, afirmou o porta-voz em comunicado. A nota acrescenta que “os pensamentos de William e Kate continuam voltados às vítimas” do predador sexual.
E-mails indicam que Andrew repassou informações confidenciais ao empresário quando era representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, cargo que exerceu por 10 anos.
Uma foto que consta nos arquivos de Epstein mostra o ex-príncipe de quatro em cima de uma mulher, que teve a identidade preservada. Além disso, Andrew foi acusado de abuso sexual por Virginia Giuffre, uma das principais denunciantes do magnata.