Zezé Di Camargo envolveu-se em nova polêmica, dessa vez por comentário político às vésperas das eleições 2026 e após a trágica morte de Rick. Dupla de Renner por 40 anos não consecutivos, o cantor sertanejo e compositor de mais de 660 músicas morreu na segunda-feira (21) aos 59 anos junto com outras quatro pessoas na queda de um helicóptero em região de mata de Urubici, cidade de Santa Catarina, distante quase 3 horas da capital, Florianópolis.
A aeronave caiu às 11h35, um minuto depois da emissão do último final; as mortes foram confirmadas por volta das 12h do dia seguinte após buscas intensas. Em show, Zezé Di Camargo disse que Rick estava ao lado direito de Deus, onde "ficam as coisas boas". "Quando você fala que uma pessoa é do bem, o que você fala? 'Aquela é uma pessoa direita'. Então, o Rick está ao lado direito de Deus. E eu espero que o Brasil, logo, logo, esteja totalmente do lado direito", disparou o artista, no passado a fazer campanha para Lula.
O presidente e candidato vem anunciando uma série de medidas nos últimos dias vistas como eleitoreiras: proibiu as bets, sancionadas por ele, acabou com a chamada taxa das blusinhas, imposta em sua gestão, criou um terceiro programa para pagamento de dívidas - menos de cinco meses depois do anterior -, e aumentou o Bolsa Família.
Em redes sociais, não faltaram críticas ao irmão de Luciano. "Falta de respeito, misturar a morte do cara com política", disse um. "Absurdo", acrescentou um segundo. "Também achei ridículo", completou um terceiro. "Que doença é essa?", questionou um quarto a respeito da atitude de Zezé, um dos sertanejos a comparecer ao velório de Rick.
"Se aproveitar da morte de um amigo p fazer politicagem" e "tristeza" foram outros comentários deixados contra o cantor, que teve especial em 2025 cancelado pelo SBT após gravação igualmente por motivo político. O artista fez duro ataque à emissora e envolveu as filhas de Silvio Santos (1930-2024) por ter convidado Lula e o ministro do STF Alexandre de Moraes para inauguração do canal SBT News.