Neymar e Virgínia na mira da Justiça: contrato com plataforma de apostas é investigado pelo Ministério Público e pode acarretar multa de R$ 120 milhões; entenda!
Publicado em 20 de junho de 2026 às 18:53
Por Hernane Freitas | Colaborador TV e celebs
Amante do universo pop e das celebridades em geral. Não vivo sem música, uma boa xícara de chá verde e te dou as melhores recomendações de doramas.
Uma investigação do Ministério Público apura contratos de Neymar e Virgínia Fonseca com uma plataforma de apostas online. Descubra os detalhes!
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A atuação de famosos com as casas de apostas, também conhecida como BETs, tem sido cada vez mais criticada nas redes sociais. Agora, Neymar e Virgínia Fonseca foram associados a uma investigação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra a empresa Blaze que pode acarretar uma multa milionária.

De acordo com a colunista Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, a apuração foi instaurada pela 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) e faz parte de um inquérito civil que busca entender possíveis irregularidades na atuação da empresa Blaze e na forma como suas campanhas publicitárias foram conduzidas.

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Contratos com influenciadores entram na investigação contra a Blaze

Dentro das medidas determinadas pelo MP, a empresa foi obrigada a apresentar cópias de contratos firmados com influenciadores de grande popularidade nas redes sociais, incluindo Neymar Jr., Virgínia Fonseca, Lucas Lira e Bruna Unzueta.

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Além disso, o órgão também requisitou informações detalhadas sobre as diretrizes de marketing utilizadas nas campanhas. Um dos principais pontos da investigação é verificar se havia orientação para o uso de termos como "renda extra" na divulgação da casa de apostas.

Segundo o MPDFT, a abertura do inquérito foi motivada por denúncias de consumidores e por um relatório técnico que reúne mais de 42 mil reclamações registradas contra a plataforma. O processo também analisa possíveis práticas abusivas, como bloqueios de contas, retenção de valores, exigências consideradas excessivas para liberação de bônus e cláusulas contratuais desvantajosas para usuários.

Empresa terá prazo para explicações e pode ser multada

Como parte da investigação, a Blaze recebeu prazo de 15 dias para esclarecer procedimentos relacionados à abertura, manutenção, bloqueio e encerramento de contas. Também deverá detalhar políticas de bônus, valores retidos e mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro.

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A investigação pode resultar em uma ação por danos morais coletivos estimada em R$ 120 milhões. Segundo o Metrópoles, o objetivo é apurar possíveis práticas abusivas na operação da empresa, registrada em Curaçau. Apesar de envolvidos, Neymar e Virgínia não estão no centro das investigações.

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